Pandora's Dawn

O exército Orc e o Troll

Os cinco se encontram à frente da porta que os separa das criaturas dentro da sala. Vrylore se prepara para realizar seu feitiço e bloquear a porta com um muro. Com um leve movimento das mãos de Vrylore, o chão de pedra começa a se mover, rearrajando-se de acordo com a vontade do feiticeiro. Logo em seguida, quase que como em resposta, uma barulheira vinda de dentro da sala é ouvida pelos Batedores de Pandora, as criaturas parecem ter percebido a presença dos exploradores e deram início a movimentação. Rapidamente Gang Hall desceu para o andar inferior e se escorou nas paredes para sair do campo de visão de qualquer ser vivo. Vrylore e os demais começaram a dar a volta pelo corredor, Daryl e Ren-Var seguiram logo atrás, já Kyle estava um pouco mais distante. Do outro lado do muro, dentro da sala principal desse andar, um soldado que se encontrava amarrado e estava prestes a servir de refeição para as criaturas começou a se agitar e emitir sons (logo que percebeu que havia mais alguém neste andar).

Ao perceber o caos se instalando no ambiente Kyle não perdeu tempo e já conjurou um grande urso polar para lhe ajudar. Vrylore continuou na vanguarda, abrindo caminho, até avistar um grupo de inimigos, alguns orcs e um ogro. Rapidamente disparou um flash mágico causando a cegueira de todos, mas, como nunca havia se visto, Vrylore o sagaz seguidor de Xantyx foi juvenil, e não fechou os próprios olhos causando-lhe o mesmo efeito que os inimigos sentiram. Daryl que estava logo atrás também foi pego desprevenido e começou a sofrer com a visão atrapalhada. Acuados e com a visão borrada os orcs recuaram, levando consigo o único foco de luz e deixando os invasores na escuridão total.

Voltando para dentro da sala principal deste andar o soldado volta a dar trabalho, grunhindo, assobiando, e tossindo, no intuito de conseguir chamar a atenção de quem quer que esteja lá. Um gigantesco troll que estava gritando com os orcs passa a olhar de perto o soldado, e logo que percebe as intenções do “homenzinho”, dispara uma patada gigantesca no refém, que quase o deixa desacordado. Um outro grupo orc partiu, porém para a direita.

Vrylore tratou de usar seus truques mágicos para diminuir a dificuldade de visibilidade, e tornou-se invisível. Ren-Var, Daryl e Kyle retornaram à escada por onde chegaram, o druida conseguiu dissipar a visão borrada de Daryl com sua magia natural, e voltaram a explorar o corredor. Enquanto Shaco continuava à espreita e fora do alcance da visão de qualquer indivíduo. O arqueiro, agora capaz de dispara flechas, o elfo sacerdote e o druida ancião, partiram no encalço de Vrylore.

O primeiro grupo orc parou na entrada da segunda porta, enquanto o segundo circundava pelo caminho livre. Logo que o segundo grupo atingiu a primeira porta, Gang Hall os percebeu e resolveu atacá-los pelas costas. Furtivamente subiu o lance de escada, moveu-se atrás do grande Ogro, e desferiu um ataque com seu sabre mortal, que foi em vão, o Ogro nem passou perto de ser ferido, em resposta três dos orcs e o Ogro viraram-se para o assassino, e um embate fervoroso começou, com Shaco desviando e atacando o tempo todo.

Do lado oposto de Gang Hall, Vrylore pode ser encontrado, invisível e com melhores condições de visão, ele enxerga o primeiro grupo de orcs, e dispara outro flash, mas agora o clarão afeta somente os inimigos, pois o mago aprendeu com a sua mais recente experiência. Assim deu início à uma tática pouco ortodoxa, Vrylore criou uma névoa fétida que envolveu o grupo de inimigos parados à porta, assim que sentiram o fedor subindo, alguns orcs chegaram a se indagar se alguém havia comido algo estragado, mas logo perceberam que se tratava de uma névoa sufocante e tóxica, o mago prosseguiu, então, com a criação de outro muro, como havia feito na primeira porta.

Nesse momento Kyle começa a se aproximar da segunda porta, enquanto Daryl e Ren-var se viram com um orc desgarrado do grupo que combatia Gang Hall, o insistente inimigo se recusava a aceitar as flechas de Daryl, e bloqueava todas com o escudo empunhado. Ren-Var por sua vez iluminava o caminho. Dentro da sala o Troll desviou a atenção do soldado preso e começou a discutir e dar ordens aos orcs restantes, dando espaço para o refém tentar se soltar. Na fumaça tóxica o grupo se dispersou e Vrylore concluiu a construção de dois muros finos, bloqueando a passagem, porém o Ogro marretou o primeiro muro até abrir um buraco no mesmo. Nesse momento o Troll resolveu tomar uma atitude, e distância e avançou correndo pela sala toda em direção aos muros, destruindo tudo em seu caminho. Do outro lado, Gang Hall continuava atacando e bloqueando com exímia habilidade, porém não era capaz de machucar profundamente os orcs e o Ogro restante.

Assim que o gigantesco Troll invadiu o corredor, Kyle se apressou em conjurar outro servo da natureza, mais um feroz urso ártico apareceu, Worog, seu inestimável aliado partiu para cima do Troll. Vrylore assustado com a criatura horrenda tomou distância e tratou de sair do alcance daquelas garras devastadoras. Mais para trás Daryl lidava com o orc escudeiro, acertando uma flecha em cada perna deixando o selvagem mancando e se movimentando lentamente. Percebendo que algo de grave tinha acontecido mais à frente, tratou de deixar o orc manco para trás e avançou para ver o que acontecia.

O caos finalmente estava instalado, O lanceiro se soltou dentro da sala principal e começou a destroçar os orcs que restavam lá, o Troll se envolvou em uma disputa bestial com dois ursos e um lobo gigantesco resultando em sangue voando, garradas violentas e grunhidos enormes, alguns orcs tentaram se juntar à altercação, mas nem apresentaram uma ameaça. Vrylore tentou atear fogo no Troll, sem sucesso. Gang Hall arrancou a cabeça do ogro e partiu para cima dos orcs. O lugar virou uma carnificina.

Alguns segundos após a carnificina ter se instalado no andar os animais de Kyle controlaram a situação, por meios sutis, tais como arrancar os braços e pernas do Troll, mesmo assim o gigante demonstrava sinais de resistência. Daryl e Ren-Var alcançaram o resto do grupo. O druida percebeu que o inimigo não dava sinal de trégua e transformou seu corpo em madeira, Vrylore que viu uma oportunidade tratou de conjurar uma bola de fogo para atear fogo no inimigo. Daryl escalou o muro que separava a sala do corredor e começou a disparar flechas derrubando um ogro que havia dentro. O lanceiro que estava se afastando dos orcs percebeu isso e correu em direção do arqueiro, notando que este usava uma armadura muito similar à do soldado. Do outro lado, Gang Hall deu cabo de todos os orcs e começou a descansar. O lanceiro foi capaz de sair da sala com a ajuda de Daryl e juntou-se brevemente aos seus salvadores.

Os poucos inimigos que restaram sentiram-se acuados e desistiram de lutar, juntando-se em um canto da sala. O orc que mancava foi perseguido por quase todos e alcançado pelo lanceiro que pulou em cima do do anterior. O probre do orc que já havia até abandonado a arma e o escudo, e esboçava uma corrida que mais parecia uma elegante caminhada no fundo do mar, foi ao chão com o peso do soldado de Arermus, sendo alvejado por muitos golpes. Ren-Var e Daryl diante da fúria que o lanceiro apresentou, se apressaram em tirar o orc dessa situação e amarraram o mesmo.

Logo após a confusão toda cessar, e os exploradores sentirem-se seguros, todos desceram para se proteger de qualquer investida orc e se recuperarem. Assim, Ren-Var tratou dos feridos, Vrylore o ajudou com a iluminação da sala, Gang Hall comentou com o lanceiro, que se chama Ian Nottinghan, que haviam buracos tapados no assoalho do salão. Os turnos foram determinados e o descanso foi instaurado.

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Interrompendo o Jantar

Assim que atinigiram o andar de cima os aventureiros começaram a se organizar, tamparam o buraco no chão com tapetes, montaram uma armadilha e por fim dormiram.

Kyle e Worog começaram a ronda, durante o turno do druida e do lobo, nada de especial aconteceu. Logo Daryl e Shaco foram acordados por Kyle, e passaram a fazer a ronda, novamente nada de mais aconteceu. Ren-Var e Vrylore assumiram o lugar do arqueiro e do mais novo integrante, somente para terminar uma noite tranquila.

Ao amanhecer aqueles que estavam dormindo acordaram e desjejuaram. Assim que se aprontaram começaram a subir as escadarias, Ren-Var foi iluminando o caminho, como de costume. Logo que atingiram o novo patamar ouviram barulhos vindo de uma porta grande, e dupla, logo à frente. Os cinco aventureiros optaram por não mexer na porta e resolveram dar a volta, do lado oposto da sala, seguindo por um corredor de pedras e sem nenhuma iluminação prévia no caminho, viram uma escada que sobe para o que parece o próximo andar. Esse andar parecia ser um corredor enorme envolta de uma sala acessível somente por duas portas.

Nesse momento se tocaram que poderiam fazer barulho e começaram a fazer gestos para fazerem silêncio. Assim, os exploradores terminaram de dar a volta e desceram para planejar o que fariam a seguir. Vrylore deu a ideia de bloquear a porta com uma parede de pedra, todos acharam ser uma boa ideia e concordaram, porém enquanto estavam discutindo os detalhes, Gang Hall, saiu à francesa e subiu para espiar pela fechadura da porta, nesse momento ficou claro com o que estavam lidando, um enorme grupo de Orcs e mais algumas criaturas grandes. Rapidamente o intrépido mercenário desceu e reportou o que havia visto.

Tendo conhecimento dos fatos e com o plano formado o grupo subiu e deu início a construção do muro para bloquear a porta, pedras começaram a se mexer, e uma barulheira despertou a atenção das criaturas que se encontravam dentro da sala.

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Luz do dia

Com a besta chifruda derrotada a calma tomou conta do lugar, mesmo sentindo-se incomodados pelo local onde se encontravam, os cinco aventureiros decidiram revistar a área. Ren-Var começou a se esforçar mais para iluminar pedaços maiores da sala, enquanto Gang Hall e Vrylore sairam procurando por qualquer coisa que pudesse contribuir para o conhecimento do local.

Os dois avistaram algumas caixas em um canto, e passaram a revirá-las, somente para achar os equipamentos do novo integrante, e mais alguns itens estranhos, alguns frascos com líquidos desconhecido, um bizarro dedo podre amputado, um arco curto e uma ânfora bem decorada.

Já certos que não havia mais nada nesta sala, todos optaram por subir para o próximo andar. Logo que atingiram o novo patamar, Ren-Var criou um grande foco de iluminação com a ajuda de Vrylore e Kyle. Assim todos viram uma bela sala adornada com tapetes, com messas, e bancos disponíveis. Muitas caixas cheias de comidas e suprimentos. Mais adiante Kyle viu uma porta fechada, e um corredor para outra área, Daryl seguiu o corredor e deu de cara com mais comida, barris, caixas e suprimentos.

Os cinco voltaram para a porta, e na tentativa de abrí-la, Gang Hall disparou um mecanismo que acabou cravando uma pequena agulha em sua pele, após um pouco de dor, o infiltrador não sentia mais nada. Uma nova sala foi explorada, contendo mais caixas e um baú trancado. Novamente Gang Hall usou suas habilidades de arrombamento, porém, dessa vez não houve nenhuma surpresa. Vários itens interessantes foram coletados, e mais um andar limpo.

Continuando a exploração, os Batedores de Pandora, dirigiram-se para o próximo andar, alcançando o salão principal da torre. Nesse momento foi percebido que o salão, outrora, fora majestoso, adornado com uma bela tapeçaria, colunas esculpidas e armaduras de batalha enfileiradas. Porém a situação atual do lugar já não era tão agradável quanto fora, haviam muitos buracos no assoalho e um monte enorme de pedras e entulhos travava a entrada do salão principal.

Como de costume, Ren-Var, o homem (elfo neste caso) da luz, seguiu clareando o caminho, até que Vrylore, Daryl e Gang Hall, removeram as pedras, enquanto Kyle vasculhava uma escadaria do lado oposto à entrada. Assim que as pedras foram removidas, o portão de entrada moveu-se dando passagem para a luz do crepúsculo iluminar a sala toda.

Os batedores acharam por bem tomar aquele salão como um ponto de descanso, e resolveram carregar todos os itens encontrados no andares anteriores, Kyle invocou dois cavalos para ajudar na tarefa, e todos os espólios foram devidamente organizados em um canto do salão.

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Gang Hall e o Minotauro

Após o embate com os guardas da prisão, a companhia de aventureiros Batedores de Pandora passa a vasculhar a sala em procura de algo valioso. Porém, logo se dão conta que as celas estão cheias e começam a buscar por pistas e informações. Durante essa atividade um elfo de menione é encontrado em uma das celas, e pede por liberdade, Ren-Var que logo entende o idioma, pede que o prisioneiro seja libertado.

O prisioneiro élfico informa que há mais alguns companheiros presos ali, e que esses devem ser libertados também, Daryl, Kyle, Ren-Var e Vrylore procuram pelos outros elfos do sol, a fim de liberá-los. Logo que são encontrados os elfos se unem e perguntam sobre a saída, que é informada pelos exploradores. Os elfos então decidem ir embora o mais rápido possível pelo esgoto onde os aventureiros entraram.

Logo que os elfos deixaram o local, a pesquisa de cela em cela continuou, algumas outras criaturas foram contactadas porém nada mais foi liberado. Somente uma pessoa chamou a atenção do grupo, um homem dizendo estar preso há pouco tempo, e curiosamente ser inimigo de Mala, a Bruxa. Receosos os quatro fizeram mais perguntas e verificaram se o prisioneiro dizia a verdade. Logo que a desconfiança diminuiu o prisioneiro foi libertado e se apresentou como Gang Hall. Daryl solicitou que ele seguisse à frente para abrir caminho, enquanto eles subiam para o próximo andar.

Ao atingir o patamar acima, um forte cheiro de podridão atinge às narinas dos exploradores, Gang Hall à frente, seguido por Ren-Var, desbravam e iluminam o caminho, somente para ter uma visão asquerosa, sangue, tripas e pedaços de corpos para todos os lados. A medida que avançam, a coisa piora, gaiolas verticais projetadas parade à fora, contém corpos, ossadas e esqueletos, grilhões fincados às paredes suportam restos de cadáveres. Gang Hall começa a avançar, e os quatro vão caminhando logo atrás, viram uma esquina, e ouvem barulhos estrondosos vindo do próximo cômodo, algo como cascos batendo contra o chão, assim que se dão conta, uma enorma criatura com corpo de homem e cabeça de touro avança para cima do grupo.

Sem perder tempo, o grupo se ajusta, Vrylore se afasta e prepara para utilizar seu poderes mágicos, Kyle convoca um urso e ordena seu lobo gigante que avança para cima do minotauro, Daryl dispara suas flechas certeiras, Ren-Var disparou um de seus raios solares. O Minotauro urra de dor dos ataques mas continua na ofensiva, enquanto Gang Hall faz uma manobra “epetacular” e se enfia dentro de um instrumento de tortura. Vrylore, percebendo a capacidade do novo colega em se meter em lugares impróprios trata de criar uma barreira de terra na frente do instrumento da morta, impedido que o mesmo se feche com o furtivo personagem, Hall, dentro. A luta continua, flechas são disparadas, machadadas cortam o ar, até que Worog, por comando de seu mestre, ataca com tudo o braço do minotauro causando estrago suficiente para arrancá-lo.

A besta enfurecida, utiliza a outra mão para sacar uma faca e tenta retaliar o fiel seguidor de Kyle, mas não é capaz. Gang Hall se livra do sufoco onde estava e pula com uma tocha na cabeça do minotauro, causando muito dano e ateando fogo na cabeça do monstro. Worog se aproveita e arranca o outro braço. Sem os dois braços e com a cabeça em chamas, o insistente minotauro não se rende e grita “covardes! covardes!” (Chicken, Chicken). A criatura é finalmente parada quando Daryl coloca uma flecha entre os seus olhos.

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Guardas despachados

Ainda durante a altercação, os animais de Kyle continuaram investindo para cima dos agressores. O Ogro, amedrontado, cego e com seu rosto parcialmente desfigurado, bateu em retirada, O orc e o cavaleiro continuaram avançando. Somente o pequeno Kobold foi despachado, uma flecha certeira de Daryl, em resposta a uma pedrada da funda Kobolda, foi suficiente para por um fim à vida do reptiliano.

Vrylore se recuperou, piscou e escapou dos ataques do cavaleiro, logo em seguida Kyle curou o seguidor de Xantyx, e Ren-Var disparou flechas contra os inimigos. Os quatro aventureiros recuaram mais, o orc foi derrubado por um ataque em conjunto do urso e de Daryl, uma flecha de fogo.

O cavaleiro continuou perseguindo os aventureiros, Vrylore tentou levitá-lo, porém sem sucesso, os animais voltaram-se para ele, Daryl e Ren-Var disparam flechas mais. Até mesmo uma tentativa de assustá-lo com uma visão da morte foi utilizada por Vrylore, porém sem sucesso, deixando somente o cavaleiro pasmo mas em seguida o mesmo escorou-se na parede e preparou seu mangual mais uma vez. Nesse momento Ren-Var acertou em cheio um raio solar no homem de armadura, que por pouco não põe fim à ameaça. Ainda sim o insistente guarda levantou-se, sacudiu os danos e avançou para cima de Worog, este que já havia machucado gravemente o pescoço do cavaleiro. Um forte golpe de mangual acerta o focinho do lobo gigantesco, enfurecendo-o e causando um ataque direto na garganta do cavaleiro, terminando por arrancar a cabeça de seu corpo.

FInalmente os guardas foram despachados, e os aventureiros se acalmaram, Kyle e Ren-Var dedicaram-se a recuperar e tratar dos ferimentos do grupo, enquanto Daryl e Vrylore se recompunham.

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Sujos e molhados

Nossos aventureiros acordaram, levantaram acampamento e seguiram para a entrada da torre misteriosa, cautelosos, os quatro observaram a torre à distância, deram uma volta pelo lado direito, somente para encontrar lápides vazias com seus devidos cadáveres fora do lugar de descanso e perambulando pelo cemitério que jazia atrás da construção. Em um movimento rápido e muito corajoso, Daryl e Ren-Var fecharam a grade que separa o cemitério da área lateral onde se encontravam os exploradores e correram para a entrada da torre.

Decididos a explorar melhor o lugar, deixaram os mortos-vivos e foram para a lateral oposta da torre, avistaram uma saída de esgoto que desaguava em um pequeno rio. O mesmo dirijia-se até o lago próximo do istmo da torre. Curiosos sobre esse canal a companhia Batedores de Pandora resolveu investigar mais, e puderam observar que havia uma grade bloqueando a passagem de qualquer corpo maior que um Halfling. Cogitando a possibilidade de adentrar no canal, os quatro deram início a uma longa discussão sobre qual deveria ser a melhor abordagem, entediado, Vrylore decidiu analisar a porta principal, percebeu que a mesma estava trancada e tentou destrancá-la magicamente, mesmo obtendo sucesso na tarefa mágica, não conseguiu mover a pesada porta.

Voltando ao canal, Daryl foi informado por Ren-Var que havia algo diferente naquele canal, particularmente na grade da parede, parecia que havia uma passagem submersa. Kyle mantinha-se introspectivo uma vez que deu aos companheiros a liberdade de trabalharem sem interferências desnecessárias. Daryl então deixou seu equipamento em solo, seco e seguro, para adentrar nas águas sujas do canal. Utilizando a margem e a grade como guia, foi até o meio do canal, mergulhou e conseguiu achar uma passagem, atravessou para o outro lado e tirou a cabeça de fora d’água para inspirar, logo constatou que uma escuridão constrangedora tomava conta do lugar e retornou.

Foi decidido que Ren-Var e Daryl iriam entrar pelo canal, Kyle e Vrylore se mantiveram fora da água. Os dois atravessaram sem dificuldades e conseguiram sair do outro lado, se locomoveram até uma margem, e Ren-Var conseguiu projetar uma luz para iluminar o local. Viram que estavam em uma saída de esgoto da masmorra. Vrylore, ainda do lado de fora, pestanejou e lembrou-se de uma magia em particular, que poderia abrir um buraco na parede, foi escavando até chegar dentro do esgoto, com o Druida e o Lobo logo atrás. Daryl e Ren-Var que estavam explorando o local deram de cara com os dois escavadores. Após Ren-var comentar sobre a falta de comunicação dos aventureiros os equipamentos foram recolhidos e começaram a atravessar o esgoto por uma pequena passagem recostada à parede. Exceto por Kyle que caiu na água suja, todos passaram com tranquilidade.

A companhia se reuniu e começou a iluminar o local, subiu alguns degraus de pedra e moveram-se em direção à noroeste, somente para dar de cara com uma porta. A porta, que estava destrancada, dava para uma escada. Ao subir as escadas, Vrylore na frente com uma tocha, os quatro deram de cara com um salão que mais parecia uma masmorra, fizeram um pouco de barulho ao subir e avistaram um braseiro aceso do lado oposto do corredor.

Logo começou uma confusão indescritível, passos foram ouvidos pelos invasores da torre, Drayl sacou seu arco, e mirou na direção do braseiro, Kyle, Ren-Var e Vrylore se adiantaram, com baixa visibilidade e uma forte sensação de que algo havia errado os quatro tentavam se preparar para o desconhecido. Um figura surgiu próxima ao braseiro que queimava intensamente, Daryl não pensou duas vezes e disparou sua flecha, mas a figura continuou avançado, mais duas silhuetas passaram pelo mesmo caminho. Pelo lado uma grande criatura ouvi Ren-Var se mexer e partiu para cima dele.

Reações ao avanço das criaturas foram esboçadas, Kyle conjurou seus aliados animais, um Ogro gigantesco apareceu ao lado dele e desferiu ataques em Ren-Var, enquanto as três figuras próximas ao braseiro começaram a se deslocar para cima de Vrylore, o primeiro foi um Orc, provido de um forte machado, abriu a caixa toráxica de Vrylore, levando o mago ao chão com muita dor, no limite de sua vida. Agora finalmente os quatro aventureiros estavam sujos e molhados. A companhia demorou a se agrupar de forma eficiente e perceberam a dificuldade em que Vrylore se encontrava, Ren-Var tratou de tirar-se da linha de fogo do Ogro e respondeu com um raio solar no Ogro, porém não foi certeiro e perdeu a chance de causar qualquer dano, os animais de Kyle seguiram atacando as criaturas, Daryl disparou flechas contra o Orc e um Cavaleiro que vinha logo atrás do portador do machado, mas nem assim eles cairam.

A gigantesca criatura bradando um enorme pedação de madeira mirou em Kyle e desferiu seus golpes, porém o Druida foi mais ágil que o Ogro e conseguiu desviar, bem como se afastar, Vrylore sofreu mais uma tentativa de ataque, mas reuniu forças suficientes para conjurar uma magia de fuga e desapareceu da frente do fio do machado do Orc. O cavaleiro e uma criatura pequena, repitiliana avançaram, encuralando mais ainda os invasores. Os fiéis protetores selvagens de Kyle atacaram em conjunto o Ogro, um urso negro mirou na perna e Worog destroçou o rosto do Ogro, causando cegueira e muitas estragos, o outro urso também desfigurou o rosto do Orc.

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Companhia de viagens áreas Batedores de Pandora

Logo após realizar a compra de sua gema, Vrylore lança um encantamento para encontrar os Batedores de Pandora e segue em sua direção. Já os remanescentes do grupo entram na região das docas e avistam uma série de embarcações ancorada. O porto tem seu chão marcado por trilhos e canaletas onde trafegam grandes carroças carregadas usadas para distribuir os bens de modo mais fácil e rápido.

A companhia logo encontra uma taverna, chamada O Elfo Caolho (exclamada por Ren-Var) e decidem por tomar aquele estabelecimento como refúgio para a noite. Dentro do local, um elfo caolho, por incrível que pareça, comanda o lugar. Ren-Var parte em direção do dono para obter informações sobre comida e alojamento, Daryl e Kyle se acomodam em volta de uma mesa e logo Vrylore aparece. Ren-Var retorna e diz as condições do pernoite e da alimentação, com a exceção de Kyle, todos concordam em ficar ali. O Elfo da floresta se retira para seus aposentos e os três restantes resolvem explorar as docas em busca de transporte para a torre.

Logo após colocarem o pé pra fora da soleira da porta, avistam um estaleiro com alguns návios de porte médio. Sem sombra de dúvida Daryl, Kyle e Vrylore percorrem o caminho até lá na esperança de fazer um bom negócio. Chegando ao local podem observar um Elfo com vestes distintas gesticulando e bradando comandos ao que parecem ser subalternos, Daryl, no entanto, puxa se tabaco sua folha de papel, prepara seu fumo e se perde em pensamentos sobre navios e viagens enquanto traga tranquilamente seu fumo. Vrylore, após chamar Daryl por mais de uma vez, chegando a cutucá-lo, finalmente consegue a sua (dele) atenção e explica que o Elfo parece ser alguma espécie de capitão.

Os três se aproximam e esboçam um início de diálogo, somente para serem interrompidos pelo Elfo gesticulante, e aguardam até ele dar atenção. Explicam a sua situação, a necessidade de atingirem as redondezas da torre, todavia, ouvem uma negativa do Elfo, que não pode sair de sua rota.

Tendo em vista a negativa tenta mais uma vez, porém abordam um grupo de marinheiros humanos que parecem estar discutindo em alto e bom som sobre um mapa que um deles segura. Novamente as conversações se iniciam, mas os marujos maltrapilhos pedem um preço e a Companhia sugere uma forma de desconto que é descartada prontamente. Sem confiança nos marujos grosseiros, os Batedores atravessam por dentro do estaleiro, observando os vagões de carga entrarem e sairem, e atingem o outro lado do cais. Sua esperança parece renovada quando dois imediatos humanos são vistos próximos à prancha de subida de um galeão. Novamente os três engatam uma prosa com homens dos mares e chegam à uma breve solução. O capitão do Galeão será notificado da procura pelo transporte e conversará com todos na manhã seguinte. Satisfeitos Daryl e Vrylore partem para a Taverna, já Kyle dirige-se à mata para descansar em um local menos agitado.

No dia seguinte cedo, todos se encontram nas dependências da taverna, mal desjejuam e voltam ao estaleiro, uma breve conversa com o Capitão humano realizam que mais dinheiro será necessário para pagar os custos da viagem, porém Kyle, que preferiu não ficar longe de seu fiel companheiro foi liberado para ficar junto dos cavalos, e por isso não precisa pagar.

Rapidamente todos os pertences e espólios encontrados até agora são desfeitos no mercado e o dinheiro acumulado. Antes de voltarem, Vrylore propõe um teste, uma magia que se lembra ser capaz de resolver o problema do transporte, desde que todos consigam se acomodar em cima de uma pequena árvore e não fiquem desgarrados, a magia de Vrylore deve funcionar. Para evitar possíveis problemas, Kyle opta por encolher Worog, e assim consegue levá-lo em seu colo. A magia logo é realizada e a árvore e todos próximos à ela, desaparecem. Satisfeito com o resultado, Vrylore invoca novamente suas forças mágicas e levanta vôo em direção à torre.

Onze horas depois, todos se encontram à base da famosa torre, exaustos e desconfortáveis. Rapidamente os quatro decidem montar acampamento, uma vez que já está de noite.

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A cidade dos Elfos do Sol

Nossos intrépidos aventureiros levantaram acampamento logo cedo e partiram em direção à cidade élfica de Menione, visto que estavam bem próximos, no caminho não encontraram quaisquer rastros de Orcs. Chegando lá observaram a guarda do portão e moveram-se em direção à mesma. Assim que adentraram o perímetro defensivo do portão foram parados com um sonoro “Alto lá” de um dos guardas. No exato momento em que Daryl frenou a carruagem, os guardas exigiram que a companhia de aventureiros se apresentasse, Ren-var, o único que compreende Élfico, íntroduziu os quatro como “Os Batedores de Pandora”, no entanto o guarda ainda exigiu um prova. Vrylore rapidamente sacou seu lápis e um pedaço de papiro e escreveu um pequeno trecho que pudesse identificá-los. O guarda solicitou que o Major Imbelitar Rainmaeon fosse informado sobre a presença dos extrangeiros.

Após pouco tempo de espera os quatro puderam prosseguir pelo caminho até o quartel general élfico. Se depararam com uma bela cidade cheia de torres finas, compridas, e adornadas com abóbodas. Suas casas são todas de mármore branco com filetes dourados destacando claramente a arquitetura majestosa da cidade. Assim que chegaram no quartel deixaram a carruagem estacionada do lado de fora e entraram para aguardar a presença do Major. Não muito tempo depois o mesmo se apresenta, pede que os visitantes o acompanhem até sua sala. Nos corredores podem ser notados várias peças de arte, muito belas por sinal, que deixa os quatro admirados.

Na sala de guerra o Major se apresenta, pede que os visitantes se introduzam e avalia o texto escrito por Vrylore. Assim que obtém o texto e a carta de aviso requisita a vinda de um bibliotecário para um exame mais detalhado, enquanto o escolástico não chega, o Major dá continuidade à conversa. Os aventureiros explicam suas necessidades e o Major consente com tudo. Em pouco tempo o bibliotecário aparece na entrada da sala, avalia a caligrafia de ambos os manuscritos e comprova a autenticidade dos Batedores.

Satisfeito o Major então prossegue com a situação da cidade, houve sobre a missão dos aventureiros e permite que eles fiquem na cidade o quanto precisarem. Alguns detalhes sobre como chegar até a torre de Aldgynn são discutidos e logo os quatro encontram-se novamente na entrada do quartel.

Vrylore deixa o grupo por um breve instante, e os remanescentes seguem para as docas. O correligionário dirigi-se para uma praça de marcados e adquiri uma pérola.

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Orcs Destacados

Após os Batedores de Pandora andarem por 34 dias um rastro diferente foi avistado por Daryl. O patrulheiro informou à todos do acontecido e Kyle decidiu conjurar uma águia para sobrevoar a área e tentar identificar a causa do rastro. Alguns minutos depois a águia percebeu um destacamento Orc e avisou Kyle, que informou os aventureiros. Vrylore, então, avisar a cidade de Menione por meio de uma carta.

Logo em seguida Daryl desviou a carroça e adentrou na floresta, com isso o andar da carruagem diminiu e o avanço dos batedores também, até que Daryl tentou passar por um estreito trecho onde a carrola ficou entalada. Somente após Ren-Var conjurar uma magia e aumentar sua musculatura e dar um forte empurrão que a carroça desempacou. Todos concordaram em mover-se sentido à costa dos lagos para se afastarem do destacamento Orc e chegarem até Menione.

À noite o grupo atingiu a margem do lago e montou um acampamento, usando a carruagem como proteção e fazendo uma fogueira na margem. Os batedores descansaram tranquilamente esta noite.

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A festa de despedida e uma carta misteriosa

Nossos bravos aventureiros passaram uma semana tranquila após retornarem de Caer Golenwe, aproveitando o que Traery tinha de melhor. Durante esse período foi-lhes oferecido um jantar de confraternização com a família real e os súditos na última noite de estadia.

Tular resolveu fixar sua residência na região dos lagos de traery assim que lhe foi oferecido essa oportunidade, deixando assim seus companheiros. E os outros remanescentes encontram-se na taverna que haviam se hospeadado desde o início para conversar. Daryl cogitou a possibilidade de ir atrás de Drakko, porém não tinha nenhuma pista. Nesse momento Galthyr o fiel emissário do Rei Neurion adentra a taverna trazendo notícias para os companheiros. Uma mensagem de Mala a Bruxa, dizia que os enxeridos haviam causado muitos danos à ela e por isso não veriam mais seu amigo, a menos que trouxessem um abridor de cartas, que se encontra na torre de Aldgynn, para ela.

Atordoados pela mensagem, Daryl, Ren-Var e Vrylore, nem perceberam a presença de um senhor que se encontrava ali. O distinto senhor com vestes simples, uma longa barba branca e um gigantesco lobo ao seu lado, se aproximou apresentando-se e dizendo conhecer o caminho para tal lugar. Desconfiados, começaram a indagar sobre a motivação do estranho até que Vrylore lançou um feitiço para descobrir se o senhor dizia a verdade. Kyle, como se apresentou estava dizendo a verdade e por fim foi aceito como guia. Daryl questionou suas habilidades, Kyle explicou que tinha muito conhecimento da fauna e flora do mundo de Pandora.

Configurados como um quarteto novamente, a busca por mais informações sobre Aldgynn começa. Vrylore parte em direção à biblioteca do castelo, Daryl e Kyle vão conversar com o mago da cidade e Ren-Var foi desempenhar suas tarefas no seu templo.

Durante suas pesquisas os Daryl, Kyle e Vrylore descobriram que a torre de Aldgynn pertenceu ao mago de mesmo nome há séculos atrás, cujo tinha o hábito de escravizar monstros e bestas para proteger e expandir sua torre. Um belo dia por um motivo desconhecido essas criaturas se voltaram contra seu senhor e desde então nunca mais se ouviu falar de Aldgynn. Durante o passar dos anos muitos aventureiros tentaram eleger-se senhores da torre, mas sem sucesso. Logo após levantarem as informações Daryl se encarregou dos preparativos para partirem.

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