Pandora's Dawn

A festa de despedida e uma carta misteriosa

Nossos bravos aventureiros passaram uma semana tranquila após retornarem de Caer Golenwe, aproveitando o que Traery tinha de melhor. Durante esse período foi-lhes oferecido um jantar de confraternização com a família real e os súditos na última noite de estadia.

Tular resolveu fixar sua residência na região dos lagos de traery assim que lhe foi oferecido essa oportunidade, deixando assim seus companheiros. E os outros remanescentes encontram-se na taverna que haviam se hospeadado desde o início para conversar. Daryl cogitou a possibilidade de ir atrás de Drakko, porém não tinha nenhuma pista. Nesse momento Galthyr o fiel emissário do Rei Neurion adentra a taverna trazendo notícias para os companheiros. Uma mensagem de Mala a Bruxa, dizia que os enxeridos haviam causado muitos danos à ela e por isso não veriam mais seu amigo, a menos que trouxessem um abridor de cartas, que se encontra na torre de Aldgynn, para ela.

Atordoados pela mensagem, Daryl, Ren-Var e Vrylore, nem perceberam a presença de um senhor que se encontrava ali. O distinto senhor com vestes simples, uma longa barba branca e um gigantesco lobo ao seu lado, se aproximou apresentando-se e dizendo conhecer o caminho para tal lugar. Desconfiados, começaram a indagar sobre a motivação do estranho até que Vrylore lançou um feitiço para descobrir se o senhor dizia a verdade. Kyle, como se apresentou estava dizendo a verdade e por fim foi aceito como guia. Daryl questionou suas habilidades, Kyle explicou que tinha muito conhecimento da fauna e flora do mundo de Pandora.

Configurados como um quarteto novamente, a busca por mais informações sobre Aldgynn começa. Vrylore parte em direção à biblioteca do castelo, Daryl e Kyle vão conversar com o mago da cidade e Ren-Var foi desempenhar suas tarefas no seu templo.

Durante suas pesquisas os Daryl, Kyle e Vrylore descobriram que a torre de Aldgynn pertenceu ao mago de mesmo nome há séculos atrás, cujo tinha o hábito de escravizar monstros e bestas para proteger e expandir sua torre. Um belo dia por um motivo desconhecido essas criaturas se voltaram contra seu senhor e desde então nunca mais se ouviu falar de Aldgynn. Durante o passar dos anos muitos aventureiros tentaram eleger-se senhores da torre, mas sem sucesso. Logo após levantarem as informações Daryl se encarregou dos preparativos para partirem.

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MC Necro e o rap dos necromantes

Brevemente descansados e seguros pela barricada criada, os aventureiros decidem prosseguir e abater os magos que foram mencionados pelos guardas. Com os recursos organizados, todos se dirigem ao topo da mansão onde há uma porta trancada. Ainda no caminho, no primeiro andar, Daryl, Drakko, Ren-Var, Tular e Vrylore fazem uma pequena pausa para saciar a curiosidade do baú que era protegido pela aranha mecânica. Ren-Var se impressiona com a tapeçaria pendurada na parede. De cara com o buraco que os separa do belo baú, os quatro elocubram sobre como fazer a travessia. Logo Vrylore decide levitar Daryl até o outro lado, que leva consigo a ponta de uma corda (sugestão dada por Ren-Var). Daryl amarra a corda em um pedestal onde havia uma tocha, e Drakko segura a outra ponta. Utilizando a corda como guia Vrylore atravessa pelo canto, enquanto Drakko, Ren-Var e Tular aguardam. Vrylore e Daryl investigam toda à volta do baú porém encontram somente o cadiado trancado. Vrylore o destranca com seus poderes mágicos e tenta levantar a tampa, que pesa muito. Por um breve momento a tampa é erguida, mas não o suficiente para obter o conteúdo do baú. Daryl decidir auxiliar o mago e os dois conseguem levantar, observam uma bela armadura um amuleto, porém somente o amuleto é retirado, uma vez que a tampa é pesada demais e desaba, quase pegando as mãos de Vrylore. De posse do amuleto os dois voltam, e o quinteto se reúne em direção ao topo.

Após mais um lance de escadas, todos dão de frente com a porta trancada que Tular havia descrito anteriormente. Ren-Var tenta, em vão, abrir a porta e logo percebe que a mesma encontra-se trancada. Novamente Vrylore usa seus poderes mágicos e destranca-a. Daryl prepara seu arco e procura por uma posição que lhe dê vantagem. Os dois brutamontes preparam suas respectivas armas assim que Ren-Var abre a porta de maneira bem cuidadosa. Logo alguns magos são avistados e a tensão aumenta. Daryl se adianta e já dispara uma flecha, mas um dos magos que estava atento consegue se defender através de sua magia e redireciona a flecha para Daryl, perfurando seu coração e tirando de sua faça o aspecto da vida. Impressionados com a gravidade da situação todos começam a agir, Vrylore sem pestanejar usa sua artilharia pesada, conjurando uma bola de fogo explosiva, que estoura entre os magos, Ren-Var corre para curar Daryl, Tular e Drakko mantém suas armas em riste e posições. Os magos se movimentam para tirar vantagem da situação e tentar se desvencilhar do fogo que os consome.

Assim que percebem a gravidade em que se encontram os dois guerreiros partem para cima, deslocando-se o máximo que conseguem para chegar mais próximos dos magos. Três outros magos são avistados e a disposição do lugar se torna mais clara, no centro á um ídolo (totem) em cima de um pedestal e vária prateleiras espalhadas, bem como uma mesa próxima ao local do ritual. Daryl, recuperado de seu ferimento mortal, rapidamente puxa outra flecha, prepara seu arco com maestria e dispara a munição contra o braço de um dos magos, mas, para seu azar, a flecha volta e impala o próprio braço do enfurecido arqueiro, causando seu desfalecimento. Nisso Tular corre para atacar um dos magos, mas seu martelo é sobrepujado por uma força mágica que protege o alvo. Drakko aproveita uma chance e dispara contra outro mago, acertando-o em cheio e matando-o. Um dos magos que estava ardendo no fogo causado por Vrylore cai carbonizado ao chão, o anterior desaparece da vista de todos repentinamente. A batalha segue feroz, com os fortes guerreiros fazendo o melhor para atacar os magos mas sem sucesso e Ren-Var e Vrylore auxiliando como podem, mas os magos seguem firmes se curando, lançando bolas de fogo e magias que atrapalham os aventureiros cada vez mais, mesmo Vrylore conseguindo devolver as pelotas incendiadas nos seus criados. Até que mais um dos magos cai para uma investida com o escudo de Vrylore e a maré começa a virar. Assim que o último dos aprendizes de necromante é abatido o Mestre de Cerimônia (MC Necro) pede rendição, que é aceita por todos prontamente.

Porém antes de prosseguirem, um clarão invade a sala quando uma figura esquelética e aterrorizante, que se assemelha à um cadaver do que outrora foi uma mulher, aparece atacando todos de surpresa, rapidamente os aventureiros se preparam para mais um combate, Drakko, com um dos braços paralizados, e Tular avança sem nem pensar, Vrylore tenta abater o refém, e Ren-Var procura por estratégias para por fim à ameaça. Mas, rapidamente, a figura horrorosa começa a conjurar uma série de magias com uma velocidade impressionate, em poucos segundos, Drakko se encontra com os dois braços paralizados, Tular com uma das pernas adormecida e o braço esquerdo parado, Vrylore por fim com o braço direito inutilizado. Somente Ren-Var encontra-se em condições de enfrentar a ameaça e clama pela ajuda de sua Deusa, que lhe manda presságios sobre a fraqueza da criatura.

No entanto não há tempo suficiente para previnir o pior. A criatura se teleporta rapidamente para perto do ídolo, lança mão do mesmo, teleporta novamente para próximo de Drakko e desaparece no clarão novamente, fica somente uma frase no ar “Se quiserem ver seu amigo novamente, aguardem minhas instruções dentro de alguns dias”.

Sentindo-se enfraquecidos por um combate exaustivo, e pela perda de um companheiro, os aventureiros juntam os cacos, Daryl é trazido de volta do seu estado grave, a sala é vasculhada, o refém intimidado por Tular que demanda explicações e chuta seu ventre, fazendo o MC Necro cair no chão de dor e desmaiar. A papelada em cima da mesa é reunida como prova, um baú que foi encontrado é levado e o que mais é tido como espólio também. os zumbis encontrados no segundo subsolo são deixados trancados e o caminho para a região dos lagos, onde encontram-se os cavalos, é tomado. Poucos dias depois a companhia de aventureiros é recebida pelos guarda élficos de Traery que logo os reconhecem e percebem a presença de um conterrâneo no grupo (Ren-Var). Às pressas, Galthyr é informado e os quatro são levados até o Rei Neurion.

Para surpresa dos aventureiros, eles são recebidos com espanto geral, poucos achavam que eles conseguiriam. Assim que se apresentaram ao salão o refém foi jogado ao chão, e maiores explicações são dadas. Galthyr, mais que satisfeito por encontrar mercenários competentes paga-os como o prometido. Daryl distribui, mas sente a falta de Drakko, por quem nutriu uma amizade desde o começo. O Rei agradece e solicita que todos fiquem para tratar seus ferimentos, se recuperar e confraternizar, uma vez que essa dor de cabeça estava resolvida e os elfos poderiam agora concentrar-se nos ataques Orcs. Todos aceitam e são levados para aposentos suntuosos no palácio.

Tular encontra todos e distribui uma fatia do enorme saco de dinheiro que havia pegado. Ren-Var sente-se à vontade para pegar, uma vez que não estava a par de nenhum acordo prévio. Daryl desconfia da atitude de Tular e pede explicações sobre a divisão e o valor todo, mas Tular se nega a dar, e diz que isso é o que lhes é de direito. Vrylore aceita, uma vez que dinheiro não lhe atrai muito e fica imaginando o conteúdo dos papéis encontrados na masmorra do MC Necro. Daryl se diz contra a ação de Tular e pede que a sua parte do pagamento feito por Galthyr seja devolvida. Tular prontamente devolve e pega as moedas que restam na mesa. Como ninguém se opõe à Daryl manter a armadura encontrada, ele fica.

Os aventureiros enfim tem um pouco de descanso e dias tranquilos pela frente, até a próxima aventura…

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A horda escondida

Após uma intensa altercação com a aranha que protegia o segundo andar, Vrylore e Daryl resolvem descansar um pouco enquanto Drakko e Tular seguem investigando a residência. A começar pelo segundo andar os dois grandalhões voltam à sala onde encontraram a estranha criatura e divagam sobre pular ou não o buraco no chão. Acabam por decidir que não pularão. Tular sobe mais um andar e dá de cara com uma porta trancada, Drakko desce para se juntar aos companheiros que ficaram descansando. Logo que Tular se junta ao grupo, o baú existente na sala é aberto por Vrylore. Uma bela espada, um saco de couro contendo peças de ouro e uma pequena pedra negra são encontrados. Tular se nega a distribuir o ouro, enquanto Drakko avança sobre a espada. Daryl advoga que é justo que tudo seja distribuido igualmente, mas Tular acredita que merece o dinheiro e por isso deve mantê-lo. Após chegarem a um consenso os quatro resolvem descer para investigar mais.

Chegando ao primeiro subsolo, pela escada em espiral, dão de frente com alguns guardas que atacam de surpresa, Daryl, Drakko e Tular não se assustam, porém Vrylore demora um pouco até compreender o que está acontecendo. Uma nova troca de espadadas, flechadas e machadadas se inicia, cortando o silêncio da sala. Uma figura amordaçada no canto da sala assiste ao embate que desenrola. Tular põe fim a vida de um dos guardas com uma bela martelada em seu tronco, enquanto Daryl dispara suas flechas certeiras no goblin que incomoda Tular. Drakko sem nenhum sucesso tenta usar a nova espada. Vrylore após se recobrar começa a usar suas magias atordoantes, e uma névoa com um odor horroroso para derrubar outro guarda. Movendo-se estratégicamente o grupo consegue abater dois guardas e render o terceiro. Daryl pergunta se os guardas têm tabaco e o rendido diz que sim, nesse momento o ranger ordena que o tabaco seja entregue. Seu vício é aliviado causando uma sensação boa em seu sistema nervoso.

Daryl percebe o indivídio alí amordaçado e tira sua mordaça. O prisioneiro se identifica como Ren-Var, um servo do Tarya (Deusa da Naturesa), nativo de Traery. Daryl questiona sua legitimidade e faz perguntas para descobrir se o elfo fala a verdade. Respondidas de imediato, Ren-Var valida sua origem e é então liberado de suas amarras. Tão logo o elfo está livre Vrylore se volta para o guarda rendido, enquanto Tular verifica se há algo mais na sala. O guarda começa a ser questionado e não demora muito a abrir o bico, informa que existem alguns magos nessa mansão e muito corpos de mortos no próximo subsolo. Drakko se enche e resolve decapitar o guarda rendido após achar um machado na mesa de armas.

Agora cinco aventureiros, a companhia desce para ver o próximo subsolo e descobrem haver uma pequena horda de mortos-vivos trancafiados em celas. Assim que percebem não ser uma boa idéia mexer com os cadáveres ambulantes, põe-se a subir a escada e fazem uma barricada. A companhia de aventureiros, agora com seu mais novo integrante o elfo Ren-Var sentem-se brevemente seguros e decidem bolar um plano para acabar com os magos.

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Uma mansão assombrada

Após uma longa caminhada os aventureiros resolveram descansar em meio às árvores. Fizeram uma pequena pausa para recobrar as energias e seguiram adiante. Pouco tempo depois uma mansão antiga, e caindo aos pedaços foi avistada pelos intrépidos exploradores. Receosos de adentrar o local, e suspeitando que essa fosse a área de origem dos problemas, os quatro optaram por serem cautelosos e investigarem o local antes de derrubar a porta de entrada. Daryl circundou o perímetro a fim de encontrar qualquer coisa fora do comum. Tular procurou por um espaço onde pudesse montar uma fogueira. Vrylore, por sua vez resolveu investigar o conteúdo da casa pelas janelas, e descobriu uma sala de jantar logo à esquerda e uma escada em espiral à direta. Ainda cansados da viagem os viajantes decidiram se afastar e passar a noite fora do alcance da mansão.

Daryl embrenhou-se no mato procurando por um espaço para acomodar à todos. Tão logo uma modesta clareira foi encontrada, os preparativos para acampamento começaram, Daryl buscou lenha e tentou caçar algo, Drakko e Tular rescostaram-se e Vrylore iniciou uma obra arquitetônica digna de Oscar Niemeyer, levantando o solo, revolvendo a terra até que um plateau fosse erguido e um fosso em volta fosse cavado. Uma vez que os quatro estavam seguros, o merecido descanso foi posto em prática. Tular, Drakko e Daryl fizeram seus turnos de vigia tranquilamente. Ao amanhecer todos estavam dispostos novamente, somente Daryl que se sentiu irritado por ter acabado seu tabaco.

Eis que a empreitada pela mansão desconhecida se inicia, com muita cautela e desconfiança todos entrão. Tular e Vrylore seguem à frente enquanto Daryl e Drakko mantém a retaguarda. A primeira sala à esquerda parece uma sala de jantar com uma mesa, alguns talheres e louça aparentemente utilizados. Movendo-se em direção ao lado oposto do salão, em uma sala à direita da entrada, uma escada em espiral é descoberta. Seguindo um padrão de zigue-zague, a dupla dianteira dirige-se à esquerda novamente, porém à outra sala, essa que lembra uma cozinha, com vários itens de culinária espalhados, pias, e um fogão à lenha. Novamente do lado oposto, porém ainda em zigue-zague, paralela à cozinha existe uma pequena biblioteca, cuja Vrylore se interessa muito, com uma estante de livros cheia de papéis, livros e pergaminhos estende-se por toda a parede, e uma mesa com vários itens esquisitos. No meio do salão principal tem uma escadaria grande que dá acesso ao primeiro andar, mas os aventureiros optam por finalizar este piso antes de subirem. As últimas duas salas são uma despensa com vários alimentos estocados, onde Tular não sente vergonha nenhuma em lançar mão dos mesmos, e um quarto aconchegante com um candelabro aceso. Nesse quarto é avistado um baú que chama a atenção de todos, porém como nenhum deles consegue destrancá-lo, a solução é pedir ao Tular que arrombe o objeto. Tular prepara seu enorme martelo, dá algumas pancadas muito fortes, mas o cadeado parece ser à prova de homens fortes e mantém-se firme em seu propósito. Tão logo os quatro percebem que aquele baú é perda de tempo, o local é abandonado e o andar de cima os aguarda.

Curiosos, no entanto cautelosos, com o conteúdo do primeiro andar, os mercenários seguem silenciosamente, como um rato em uma biblioteca. De cara já avistam um corredor e decidem seguir por ele, nesse corredor existem alguns stands de armaduras, uma pequena escrivaninha, onde Vrylore acha uma carta interessante, e alguns suportes para armas (porém vazios). Ao final do corredor, mais uma escadaria é encontrada, aparentemente, dá acesso ao próximo andar. Ainda nesse piso, logo após uma porta aberta ser percebida, uma nova sala se abre onde os companheiros visualizam uma bela tapeçaria, descrevendo uma cena de batalha campal em uma noite estrelada. Há também uma porta outra porta fechada, que chama a atenção dos quatro logo que percebem que ela está trancada, solicitam que tular abra a porta, mas o mesmo não consegue, Drakko então se dispõe, mas na tentativa quebra seu machado, por fim, Vrylore utiliza de seus dons mágicos e facilmente destranca a porta.

A curiosidade aumenta e todos adentram a sala a fim de descobrir o que há nela, e Daryl descobre da pior maneira, um buraco enorme jaz no chão, ao tentar passar pelos cantos para atingir o outro lado da sala, Daryl escorrega e cai de uma altura vertiginosa, ao colidir com o solo do andar inferior desmaia. Logo em seguida cai do teto um ser estranho com várias patas e olhos, mas que emite sons de engrenagens peças como se fosse uma peça mecânica, Vrylore surpreende-se por alguns segundos com a investida do monstro. Tular prepara seu poderoso martelo e Drakko empunha a espada que o humano bárbaro havia lhe emprestado antes. Dá-se início à uma batalha feroz, de uma lado uma aranha mecânica utilizando suas presas para incapacitar seus oponentes e do outro três bravos oponentes. Algumas marteladas e magias depois a aranha encontra-se destroçada no chão com sua cabeça esmigalhada.

Descem então correndo, os três que abateram o monstro, para acudir Daryl que está esparramado no chão do quarto do piso abaixo. Vrylore cura Daryl, que recobra a consciência e pergunta o que aconteceu.

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Água Suja

Após tenso embate entre os mortos e os aventureiros a noite segue quieta, os aventureiros então decidem vasculhar a casa que se encontra mais próxima a fim de acha um lugar seguro para descasarem seus corpos. Daryl encontra um fresta em uma das janelas e força a mesma até conseguir abrí-la. Logo o recinto é vasculhado intensamente no intuito de que algo importante seja econtrado, porém somente dúvidas e quinquilharias são econtradas. Os quatro se reúnem, curam-se, trazem seus cavalos e tomam a residência como seu abrigo por essa noite. Os turnos de vigia passam tranquilamente, até o sol raiar.

Ao amanhecer tarefas mais simples são a prioridade. Daryl sai para caçar, Drakko segue dentro da casa élfica descansando, Tular resolve pegar água do lago, Vrylore vai com o balde encontrado dentro da residência até o poço em busca de água. Dentro de poucos minutos Daryl volta com uma lebre e encontra Tular e Vrylore conversando sobre a pureza da água do lago. Tular acredita que esteja boa para consumo, porém Vrylore insiste que a água está turva e mostra a água do poço em comparação, Tular sinaliza que no balde cabe mais água, mas não muda de opinião. O Arqueiro se aproxima e explica para o grande homem do martelo que a água do lago realmente não está boa.

Ainda nesse impasse os três percebem as presenças do Elfo ancião e sua filha que residem na casa próxima. A menina não se alonga muito na conversa e parte para seus afazeres. O Elfo informa que a casa onde a companhia de aventureiros passou à noite parece estar abandonada há algum tempo. Durante a conversa os três estrangeiros solicitam alguma forma de ajuda ao Elfo, que prontamente afirma que pode oferecer frutas para saciar a fome dos andarilhos. Assim então o Elfo dirigi-se à sua casa e volta com quatro saquinhos separados com frutas para os aventureiros e despede-se.

Os quatro então decidem continuar a jornada, e procuram por pistas na área onde os ursos foram encontrados. Daryl acha pegadas que adentram a floresta. Vrylore recita palavras mágicas e faz pequenos gestos com as mão, e tão logo está voando. O mago então sobrevoa a região para fazer um reconhecimento aéreo e avista somente um casarão antigo que destoa-se do resto da floresta. Em seguida retorno junto aos seus companheiros e lhes informa sobre o achado. Todos se ajustam em uma formação adequada e partem sob o comando de Daryl, que segue os rastros pela floresta.

Após 5 horas de caminhada intensa os quatro aventureiros encontram-se muito cansados e decidem parar um pouco para reaver as energias.

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Algo sinistro na região dos lagos de Traery aconteceu - pt.II

Ainda engajados em combate Daryl, Tular e Vrylore se vêem em uma situação positiva, com um dos ursos abatidos, um zumbi em chamas e o outro flutuando o combate parece chegar ao fim rapidamente. Vrylore encontra-se esgotado e mantém-se em defesa, Daryl continua a disparar flechas e Tular a disparar marteladas. Drakko surge no meio do caos do combate com seu machado em mãos. Logo em seguida os cadáveres ambulantes são despachados para o inferno novamente. Suas carcaças são queimadas para evitar uma possível ressurreição. Por algum motivo muito particular ao final do combate Daryl se encontra em cima da muralha de areia que Vrylore havia criado e cai da mesma ao tentar sair, a impressão que fica é que Daryl está se tornando muito bom em cair de lugares altos.

Com o cair da noite os quatro começam a preparar um acampamento, porém não encontram recursos suficientes para acender a fogueira e ficam na escuridão. Daryl tem a idéia de fazer armadilhas para proteger o local, porém carece de materiais necessários como estacas, corda entre outras coisas, mas consegue uma pá com o morador que lhes (os aventureiros) atendeu anteriormente e põe-se a cavar. Tular sai procurar galhos de árvores para fazer a fogueira, mas retorna sem sucesso. Vrylore descansa enconstado no poço e Drakko protege os cavalos.

Frustrados e cansados os quatro resolvem vasculhar as casas a fim de usar alguma delas como abrigo, Tular, Daryl e Vrylore partem em direção das casas. Tular ronda uma casa, mas não vê nenhum sinal de vida, Daryl, que também não tem êxito, circunda outra residência. Somente Vrylore consegue chamar a atenção de um morador do vilarejo, que se recusa a dialogar e bate a porta na cara do mago desabrigago. Na última casa, Daryl e Vrylore se juntam para procurar por indícios de vida, quando ouvem barulhos de passos e chamam pelo seu residente, a porta abre, e muito timidamente eles ouvem uma voz. O diálogo é curto, o morador informa que uma dos moradores está sumido há algum tempo, e que talvez o velho elfo e sua filha possam ajudar os quatro aventureiros, sem contribuir com mais nada o morador volta a se trancar.

No caminho de volta ao lugar onde foi feito o buraco no chão, Daryl e Vrylore ouvem alguns gemidos próximos, Vrylore que passa perto do local, avista um grupo de zumbis se aproximando, nisso Drakko e Tular ouvem também. Vrylore apressa-se em fazer outra muralha para sua proteção, dessa vez com uma escada de apoio para subir e descer do muro. Daryl corre para as árvores e os dois grandalhões em direção do destacamento de defuntos em procissão.

Em cima do muro, Vrylore se esforça para conjurar uma magia a fim de dar cabo do grupo numeroso de zumbis. Daryl posiciona seus pertences de maneira a facilitar o saque das flechas, Drakko e Tular preparam suas armas. De repente um clarão enorme invade o local, uma bola de fogo sai das mãos de Vrylore explodindo e ateando fogo nos cadáveres, clareando assim a região dos lagos. É nesse momento que machadadas, marteladas e flechadas cortam o silêncio da noite, empilhando carcaças de criaturas que foram vivas em algum momento. Zumbis em chamas avançam para cima dos aventureiros tentando rasgá-los e machucá-los a todo custo. Um dos zombis começa a flutuar por vontade de Vrylore, outros têm seus corações perfurados pelas flechas de Daryl e o resto é pulverizado pelas machadadas e marteladas.

Novamente o grupo de inimigos é dizimados, mas desta vez, aparentemente o combate não foi tão curto quanto os aventureiros desejavam.

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Algo sinistro na região dos lagos de Traery aconteceu

Mais uma manhã tranquila para a companhia de aventureiros formada por Daryl Grimes, Drakko Sangue Bravo, Tular Tolum e Vrylore Zadoch. Os quatro põe-se fora da cama ao raiar do sol e dirigem-se à mesa para desjejuar. O Taverneiro oferece pães e frutas secas, especiarias comumente consumida pelos elfos durante o período matinal. Drakko reclama da comida, porém não é impedido de comer devido à sua fome.

Logo após finalizarem seu café, os quatro aventureiros saem da taverna a fim de procurar os mercadores para reabastecer seus suprimentos de flechas, comida entre outras coisas. No entanto notam que todos mercadores estão fechados por se tratar do final de semana, cujo os elfos de Traery tiram para descansar e celebrar. Eis então que os forasteiros percebem o trotar de cavalos ao longe, e aguardam a aproximação de um corpo de cavaleiros elfos. De passagem em direção ao castelo dos elfos, a cavalaria traz consigo uma carroça de duas rodas com algo que parece ser um corpo. Ainda próximos à entrada da taverna, Daryl, Drakko, Tular e Vrylore apenas observam o cortejo passando e realizam que o corpo pertence ao principe encontrado morto no acampamento Orc.

Passado a procissão élfica, algumas pendências, tais como raçõs extra, são obtidas com o taverneiro e a companhia de mercenários parte em direção à região dos lagos. Logo quando as botas são vistas fora da soleira da taverna, Galthyr chega com quatro montarias, como havia prometido. O elfo é breve, entrega as montarias e despede-se, sendo rapidamente interrompido por Tular, que deseja saber como anda o ramo imobiliário da região.

Daryl e Drakko auxiliam Tular e Vrylore a montar em seus cavalos e então os quatro disparam em direção à região dos lagos, guiados por Daryl, que tem a posse do mapa, e em uma formação de diamante. Após uma extensa jornada de quase 12 horas o destino é finalmente avistado. Um pequeno vilarejo com poucas casas, muitas árvores e belos lagos brota às margens da floresta de Traery. Os visitantes avistam uma figura próxima à um poço e alguns corpos caídos às margens do lago. Drakko amarra e toma conta das montarias enquanto Daryl, Tular e Vrylore vão até a figura próxima ao poço.

Um elfa moradora da vila se assusta com a chegada de três criaturas distintas e fica hesitante, até que Daryl apresenta o mapa élfico e se esforça para provar que os visitantes tem boas intenções. A elfa então procede a explicar que o vilarejo tem sofrido constantes ataques noturnos causando muita injúria aos moradores do local. Colheitas, granjas, e os ofícios dos moradores foram todos prejudicados a ponto de muitos ficarem amedrontados e se trancarem em casa. Porém, percebendo que não tem repostas suficientes para as perguntas do estrangeiros, a bela moça decide trazer seu pai que será de maior ajuda. Alguns minutos depois chega um elfo envelhecido, marcado pela vida campestre mais árdua que a vida cosmopolita de seus parentes, e auxilia os três com suas dúvidas. Após a conversa Drakko trouxe os cavalos para perto da casa dos elfos recém conhecidos e mantém os animais lá, ainda fazendo guarda dos mesmos. Daryl, Tular e Vrylore decidem investigar a margem do lago.

Ao se aproximarem da margem do lago, logo avistam corpos de elfos caídos no chão, e rapidamente conseguem identificar que os corpos já se encontram sem vida. Nesse momento são atacados por dois enormes ursos, que se movem de maneira estranha e aparentam não ter o brilho da vida em seus olhos. Nesse momento uma violenta batalha se desenrola Daryl, começa dispara flechas, Tular corre em direção dos ursos com seu martelo em punhos e desfere poderosas marteladas. Vrylore que demorou a perceber os ursos, é surpreendido por um deles e atacado, mas por sorte o urso erra.

A batalha continua sangrenta, flechas voam, mordidas ferozes cortam o silêncio do local, magias são conjuradas e estrondosas marteladas são desferidas. Um dos ursos cai ardendo em chamas, o outro é bloqueado por uma parede de terra criada instantaneamente. No entanto os corpos dos elfos começam a se mexer, grunhidos se juntam a sonoridade da batalha, e um calafrio desce à espinha dos combatentes que possuem alma. Mais flechas, marteladas e magias são invocadas, porém os mortos-vivos continuam avançando a fim de obter um pouco de carne viva e suculenta.

Algumas perguntas ficam no ar. Será que os aventureiros vão conseguir se safar? Onde diabos está Drakko? Será que existem mais desses cadáveres ambulantes?

Não percam o próximo capitulo, no mesmo horário e no mesmo canal

Continua…

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Um dia tranquilo na cidade élfica

Um dia tranquilo amanheceu na cidade élfica de Traery, os aventureiros acordaram cedo e se encontraram no salão da taverna, tomaram um café típico do local e partiram para seus afazeres na cidade enquanto aguardavam pela chegada de Galthyr.

Drakko saiu para dar uma volta e procurar por armas e equipamentos, tentou comprar uma armadura melhor no ferreiro elfo que se situa próximo à taverna, porém discordou dos preços e acabou discutindo com o armeiro. Revoltado com os valores das armas, saiu.

Daryl decidiu comprar uma armadura de couro nova e dirigiu-se ao armeiro mais próximo. Chegando lá solicitou que as armaduras de malha de aço fossem apresentadas, mas optou por comprar uma armadura de couro nova. Em seguida tomou o rumo da residência do mago e pediu que algumas de suas flechas fossem magicamente encantadas com aspectos elementais..

Tular ficou passeando pela cidade tentando achar anões.

Vrylore saiu procurando por um local onde obteria mais informações sobre a região e a cultura local. Perguntou para os cidadãos, porém não obteve nenhum sucesso, até que avistou uma patrulha guardas e descobriu que havia uma biblioteca no castelo. Eis então que Vrylore seguiu em direção ao castelo a fim de adentrar a biblioteca, no entanto foi interrompido pela guarda real que chamaram o emissário Ardhordas Lanathyar. Após alguns minutos de espera e o emissário vai ao encontro do mago humano a fim de compreender o motivo de sua visita (dele). Vrylore então explica suas intenções e o emissário concorda em levá-lo até a biblioteca. O bibliotecário a princípio reluta em aceitar a presença do foresteiro, mas é convencido por Ardhordas que é importante a requisição de Vrylore, que afinal diz respeito às atividades do grupo na cidade. Vrylore então passa o dia pesquisando e absorve os conhecimentos da região, bem como sua história e principais características geográficas.

Voltando aos comerciantes, Drakko retorna para a taverna e põe-se a descansar. Tular, que também retorna, fica treinando com o seu martelo em seus aposentos. Daryl decide trabalhar para o arqueiro da cidade novamente com o intuito de conseguir mais algumas moedas. O armeiro faz uma proposta, a cada cento de flechas de boa qualidade, Daryl pode ficar com dez, acordo selado, e o arqueiro de Brawold arregaça as mangas. Ao final do dia Daryl consegue algumas flechas, despede-se do arqueiro e parte em busca de suas flechas encantadas. No caminho ele se depara com Galthyr chegando na cidade à cavalo.

Alguns minutos depois da chegada de Galthyr, Vrylore é chamado na biblioteca por Adhordas Lanathyar que informara que Emissário tão aguardado havia chegado e encontraria os mercenários na taverna em que eles se hospedaram.

Daryl chegou à taverna e avistou Tular e Drakko, logos após acomodar, Vrylore chegou. Ambos informaram da chegada de Galthyr. Um leitão foi oferecido pelo Taverneiro.

Galthyr chegou a taverna acompanhado de Ardhordas Lanathyar e de sua guarda pessoal. A guarda esperou fora da taverna, como ordenado pelo poderoso Emissário. Todos se acomodaram, uma leve música pairava no ar, embalada pelas palavras dos patronos que se divertiam na taverna.

Galthyr abriu um mapa mostrando a região dos lagos e explicou que a fauna está morrendo. Alguns moradores da vila estão relatando problemas para pescar e caçar. O Elfo desconfia que a causa não seja natural e solicita que a companhia de aventureiros encontre e dê fim a razão pela qual esse fenômeno está ocorrendo. Ele, também, explica que o grupo podem ir e vir à cidade quando bem entenderem, questiona se todos estão bem equipados e informa que eles terão que ter muito cuidado. Galthyr deixa claro que não pagará nada a mais pela presença de dois aventureiros além dos dois iniciais, mas informa que os espolios não serão clamados pelo Elfo. A conta da comida é paga pelo Emissário, e a comitiva élfica retira-se.

Daryl, Drakko, Tular e Vrylore se recolhem para se prepara para uma aventura misteriosa.

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Entrando em Traery

Após resolver o imbróglio com os Orcs, o grupo decide partir em direção à cidade élfica de Traery levando os itens encontrados, alguns itens obtidos pelo caminho e o pingente do elfo morto. Daryl saca o mapa, avalia a distância, e dá início a caminhada, com seus companheiros logo atrás.

Os aventureiros começam a demonstrar sinais de cansado depois de uma exaustiva caminhada de meio período e optam por descansar. Acampamento montado, armadilhas preparadas, turnos definidos, aliados curados e o grupos está pronto para passar mais uma noite na floresta. Tular é o primeiro a fazer a guarda, enquanto Daryl e Drakko descansam, e Vrylore avalia os itens encontrados. Tular finaliza seu turno sem problemas e acordo Drakko para substituí-lo. Drakko faz a ronda no perímetro e não percebe nada de mais. Ao final do seu tempo de guarda, o último sentinela desperta Daryl e põe-se a dormir. Daryl sobe em uma árvore, camufla-se, prepare seu arco e flecha e fica à espreita. Aos primeiros raios do sol, Daryl desce, conclui que sua vigília foi tranquila, acorda os demais, e a companhia de aventureiros segue mata a dentro.

Algumas horas de caminhada depois uma paliçada (mulhara feita de grandes estacas de madeira) é avistada pelo grupo, bem como seus guardas élficos. Ao se aproximarem cuidadosamente, são abordados pelos sentinelas, que empunham seus arcos e flechas em riste, e solicitados que se apresentem. Daryl informa que são aventureiros à serviço de Galthyr, enquanto Tular balbucia algo sobre elfos e anões. Daryl apresenta o mapa a um dos sentinelas, que percebe anotações no verso do documento, escritas em élfico, e requisita que os visitantes entreguem suas armas. Daryl, Drakko e Vrylore não veêm outra alternativa a não ser entregar as armas, porém Tular se recusar a dar seu martelo. Os três primeiros são escoltados até o palácio do rei enquanto Tular mantém-se irredutível. Após alguns minutos de ponderação Tular opta por entregar o seu maul e corre para encontrar os companheiros.

A procissão segue pelo caminho principal enquanto se deslumbram com tanta beleza natural, casas inteiras esculpidas em árvores enormes, pontes suspensas, pixies voando por todo lado. Durante um breve período de tempo, a companhia de aventureiros perde sua atenção, distraídos pelo vislumbro em que se encontram. Até que chegam às portas do palácio, um palácio alto, encrustrado nas pedras com árvores sendo utilizadas como base, no entanto muito bem construído e de uma beleza ímpar. Eles são recebidos por mais elfos armados, que demandam a razão pela qual três humanos e um meio-orc se encontram em suas (dos elfos) terras sagradas. Tudo explicado, e segue os aventureiros novamente escoltados em direção ao salão do Rei. Em determinado momento suas armas apreendidas são extraviadas.

Ao adentrar o salão principal, Daryl, Drakko, Tular e Vrylore se deparam com um belo e cumprido tapete vermelho, precisamente alinhado, definindo o caminho de um corredor formado por uma dezena de elfos completamente armados. Na outra ponta do tapete é possível ver dois tronos, com duas figuras principais, e três outros elfos em torno dos tronos. No trono da esquerda encontra-se o Rei dos Elfos de Traery, Neurion Vantaur e sua esposa a Rainha Nosethwen Runtathmae, além de três homens de confiança do Rei. Sua majestade exige explicações e Daryl prontamente apresenta o mapa de Galthyr, informando que são as pessoas contratadas para o serviço na floresta. O Rei identifica as anotações de Galthyr e confirma sua veracidade, Tular aproveita a oportunidade para informar que o grupo abateu alguns bandidos e Orcs no caminho. Tendo em vista essa informação, a Majestade dos elfos solicita novamente uma prova, no momento em que recebe o contrato dos Orcs da Mão negra que os aventureiros obtiveram no acampamento. Com umas poucas palavras e gestos, o Rei pode entender o conteúdo do contrato e novamente concede credibilidade aos quatro forasteiros, mesmo apresentando sinais de incômodo com a presença de Drakko.

É nesse momento que o clima de tranquilidade é destruído, Daryl comenta de um elfo morto e apresenta o pingente do defunto, o Rei toma-se de fúria ao receonhecer o objeto nas mãos de Daryl e ordena que sua elite pessoal cerque aqueles que acabam de se tornar intrusos. A Majestade élfica demanda que eles digam a verdade e ordena que seus súditos tragam as armas apreendidas, para que as mesmas sejam verificadas se apresentam sinais de sangue élfico, ameaçando trancafiar e executar os quatro indivíduos que se encontram no final das pontas de todas as espadas na sala. As armas são trazidas, avaliadas e para alívio geral, nenhuma gota de sangue é encontrada. O Rei então procede com a explicação dizendo que aquele pingente pertencia à seu filho, que saíra para obter informações e não retornara até então. Um pedido de desculpas ao grupo é debilmente resmungado, e a hospitalidade da Cidade de Traery é oferecida aos mesmos (até a volta de Galthyr), suas armas retornadas e suas vidas prolongadas.

Um emissário do Rei levou-os até a taverna mais próxima, permitiu a instalação do grupo e entregou-lhes uma permissão de porte de armas escrita de próprio punho e marcada com o selo real. A partilha dos itens encontrados é feita, uma vez que o Rei desdenhou dos espólios encontrados. Drakko ruma para o seu quarto, Vrylore pede para ficar com a gema, enquanto Tular mantém as belas vestes brancas e Daryl fica com a capa camuflada. Logo em seguida Vrylore recolhe-se e Daryl e Tular dirigem-se ao centro da cidade para realizar trocas, e reabastecer seus suprimentos. Daryl consegue um trabalho rápido com um dos arqueiros da cidade, enquanto Tular vende seus bens com muito gosto e junta algo que muito lhe aprecia, ouro e prata.

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Pilhando o acampamento Orc

Após uma noite conturbada os aventureiros finalmente descansam tranquilamente. Logo cedo ao acordar a companhia formada por Daryl, Drakko, Tular e Vrylore se organiza, junta os corpos e os restos da batalha e decidem o que fazer. Daryl sugere que os quatro avancem até o acampamento dos bandidos para investigar e descobrir mais informações, uma vez que ainda julgam estar à frente de Galthyr e pelo que haviam extraído dos bandidos, somente três Orcs estariam no acampamento. Os companheiros de estrada assinalam positivamente e partem em busca dos Orcs. Daryl e Drakko encontram os rastros dos bandidos e seguem até sua origem.

Ao se aproximar do acampamento os intrépidos exploradores avistam os alvos e suas instalações, montam uma estratégia que consiste em abater dois dos humanóides monstruosos e manter um vivo para fins de interrogação. Daryl se dirige para uma árvore enquanto Vrylore dá suporte logo atrás. Drakko e Tular se escondem e aguardam a chegada dos Orcs.

Porém ao tentar subir na árvore daryl faz barulhos imperceptíveis ao ouvido humano, no entanto um dos orcs ouve, nesse momento o arqueiro, em um rápido raciocínio imita aves e distrai o vigilante que estava desconfiado. Agora em cima da árvore o atirador prepara seu arco, mira e dispara contra um dos Orcs, abatendo o mesmo na hora. Os outros dois se aproximam da origem do disparo e avançam, mas o segundo Orc é interrompido por uma estrondosa martelada no peito, arremessado por Tular. O terceiro desvia sua rota e parte para cima de tular acertando um golpe muito forte na costela, nesse momento os outros aventureiros se aproximam para dar cabo do Orc. Vrylore chega e dispara magias para atordoá-lo, Daryl perfura a mão do Orc com uma flechada e Drakko dispara em sua direção para imobilizá-lo. Ao descer da árvore, o arqueiro se descuida e acaba caindo, causando uma das cenas mais dantescas já vista pelos outros aventureiros. No final com muita pressão o inimigo acaba por sucumbir e é amarrado.

Os corpos dos Orcs são reunidos no centro do acampamento e seus pertences são vasculhados, nas tendas são encontrados um baú trancado, um elfo falecido e uma nota que parece ser um contrato de serviço. No elfo há um pingente que é recolhido por Daryl. Tular utiliza seu martelo para forçar a fechadura e consegue abrir um pouco, logo em seguida Drakko utiliza sua força descomunal para terminar de abrir cadeado. No baú são encontrados uma capa, uma roupa muito bonita e uma gema esverdeada. Vrylore tentou identificar os itens assim que percebeu que tinham algo de especial, mas uma análise mais profunda precisa ser feita a fim de determinar com precisão o que são esses itens. Tular e Daryl discutem sobre a posse dos itens, Tular quer ficar com a bela roupa apresentada, enquanto Daryl quer levar os itens até os elfos para certificar-se que não são de sua (deles) propriedade. Fica combinado que se os itens não pertencerem aos elfos, Tular por ficar com as belas vestes.

Obs: O Nome Gorloz foi citado, Drakko lembra ter ouvido falar desse nome relacionado aos orcs da Mão Negra.

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