Pandora's Dawn

Entrando em Traery

Após resolver o imbróglio com os Orcs, o grupo decide partir em direção à cidade élfica de Traery levando os itens encontrados, alguns itens obtidos pelo caminho e o pingente do elfo morto. Daryl saca o mapa, avalia a distância, e dá início a caminhada, com seus companheiros logo atrás.

Os aventureiros começam a demonstrar sinais de cansado depois de uma exaustiva caminhada de meio período e optam por descansar. Acampamento montado, armadilhas preparadas, turnos definidos, aliados curados e o grupos está pronto para passar mais uma noite na floresta. Tular é o primeiro a fazer a guarda, enquanto Daryl e Drakko descansam, e Vrylore avalia os itens encontrados. Tular finaliza seu turno sem problemas e acordo Drakko para substituí-lo. Drakko faz a ronda no perímetro e não percebe nada de mais. Ao final do seu tempo de guarda, o último sentinela desperta Daryl e põe-se a dormir. Daryl sobe em uma árvore, camufla-se, prepare seu arco e flecha e fica à espreita. Aos primeiros raios do sol, Daryl desce, conclui que sua vigília foi tranquila, acorda os demais, e a companhia de aventureiros segue mata a dentro.

Algumas horas de caminhada depois uma paliçada (mulhara feita de grandes estacas de madeira) é avistada pelo grupo, bem como seus guardas élficos. Ao se aproximarem cuidadosamente, são abordados pelos sentinelas, que empunham seus arcos e flechas em riste, e solicitados que se apresentem. Daryl informa que são aventureiros à serviço de Galthyr, enquanto Tular balbucia algo sobre elfos e anões. Daryl apresenta o mapa a um dos sentinelas, que percebe anotações no verso do documento, escritas em élfico, e requisita que os visitantes entreguem suas armas. Daryl, Drakko e Vrylore não veêm outra alternativa a não ser entregar as armas, porém Tular se recusar a dar seu martelo. Os três primeiros são escoltados até o palácio do rei enquanto Tular mantém-se irredutível. Após alguns minutos de ponderação Tular opta por entregar o seu maul e corre para encontrar os companheiros.

A procissão segue pelo caminho principal enquanto se deslumbram com tanta beleza natural, casas inteiras esculpidas em árvores enormes, pontes suspensas, pixies voando por todo lado. Durante um breve período de tempo, a companhia de aventureiros perde sua atenção, distraídos pelo vislumbro em que se encontram. Até que chegam às portas do palácio, um palácio alto, encrustrado nas pedras com árvores sendo utilizadas como base, no entanto muito bem construído e de uma beleza ímpar. Eles são recebidos por mais elfos armados, que demandam a razão pela qual três humanos e um meio-orc se encontram em suas (dos elfos) terras sagradas. Tudo explicado, e segue os aventureiros novamente escoltados em direção ao salão do Rei. Em determinado momento suas armas apreendidas são extraviadas.

Ao adentrar o salão principal, Daryl, Drakko, Tular e Vrylore se deparam com um belo e cumprido tapete vermelho, precisamente alinhado, definindo o caminho de um corredor formado por uma dezena de elfos completamente armados. Na outra ponta do tapete é possível ver dois tronos, com duas figuras principais, e três outros elfos em torno dos tronos. No trono da esquerda encontra-se o Rei dos Elfos de Traery, Neurion Vantaur e sua esposa a Rainha Nosethwen Runtathmae, além de três homens de confiança do Rei. Sua majestade exige explicações e Daryl prontamente apresenta o mapa de Galthyr, informando que são as pessoas contratadas para o serviço na floresta. O Rei identifica as anotações de Galthyr e confirma sua veracidade, Tular aproveita a oportunidade para informar que o grupo abateu alguns bandidos e Orcs no caminho. Tendo em vista essa informação, a Majestade dos elfos solicita novamente uma prova, no momento em que recebe o contrato dos Orcs da Mão negra que os aventureiros obtiveram no acampamento. Com umas poucas palavras e gestos, o Rei pode entender o conteúdo do contrato e novamente concede credibilidade aos quatro forasteiros, mesmo apresentando sinais de incômodo com a presença de Drakko.

É nesse momento que o clima de tranquilidade é destruído, Daryl comenta de um elfo morto e apresenta o pingente do defunto, o Rei toma-se de fúria ao receonhecer o objeto nas mãos de Daryl e ordena que sua elite pessoal cerque aqueles que acabam de se tornar intrusos. A Majestade élfica demanda que eles digam a verdade e ordena que seus súditos tragam as armas apreendidas, para que as mesmas sejam verificadas se apresentam sinais de sangue élfico, ameaçando trancafiar e executar os quatro indivíduos que se encontram no final das pontas de todas as espadas na sala. As armas são trazidas, avaliadas e para alívio geral, nenhuma gota de sangue é encontrada. O Rei então procede com a explicação dizendo que aquele pingente pertencia à seu filho, que saíra para obter informações e não retornara até então. Um pedido de desculpas ao grupo é debilmente resmungado, e a hospitalidade da Cidade de Traery é oferecida aos mesmos (até a volta de Galthyr), suas armas retornadas e suas vidas prolongadas.

Um emissário do Rei levou-os até a taverna mais próxima, permitiu a instalação do grupo e entregou-lhes uma permissão de porte de armas escrita de próprio punho e marcada com o selo real. A partilha dos itens encontrados é feita, uma vez que o Rei desdenhou dos espólios encontrados. Drakko ruma para o seu quarto, Vrylore pede para ficar com a gema, enquanto Tular mantém as belas vestes brancas e Daryl fica com a capa camuflada. Logo em seguida Vrylore recolhe-se e Daryl e Tular dirigem-se ao centro da cidade para realizar trocas, e reabastecer seus suprimentos. Daryl consegue um trabalho rápido com um dos arqueiros da cidade, enquanto Tular vende seus bens com muito gosto e junta algo que muito lhe aprecia, ouro e prata.

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Pilhando o acampamento Orc

Após uma noite conturbada os aventureiros finalmente descansam tranquilamente. Logo cedo ao acordar a companhia formada por Daryl, Drakko, Tular e Vrylore se organiza, junta os corpos e os restos da batalha e decidem o que fazer. Daryl sugere que os quatro avancem até o acampamento dos bandidos para investigar e descobrir mais informações, uma vez que ainda julgam estar à frente de Galthyr e pelo que haviam extraído dos bandidos, somente três Orcs estariam no acampamento. Os companheiros de estrada assinalam positivamente e partem em busca dos Orcs. Daryl e Drakko encontram os rastros dos bandidos e seguem até sua origem.

Ao se aproximar do acampamento os intrépidos exploradores avistam os alvos e suas instalações, montam uma estratégia que consiste em abater dois dos humanóides monstruosos e manter um vivo para fins de interrogação. Daryl se dirige para uma árvore enquanto Vrylore dá suporte logo atrás. Drakko e Tular se escondem e aguardam a chegada dos Orcs.

Porém ao tentar subir na árvore daryl faz barulhos imperceptíveis ao ouvido humano, no entanto um dos orcs ouve, nesse momento o arqueiro, em um rápido raciocínio imita aves e distrai o vigilante que estava desconfiado. Agora em cima da árvore o atirador prepara seu arco, mira e dispara contra um dos Orcs, abatendo o mesmo na hora. Os outros dois se aproximam da origem do disparo e avançam, mas o segundo Orc é interrompido por uma estrondosa martelada no peito, arremessado por Tular. O terceiro desvia sua rota e parte para cima de tular acertando um golpe muito forte na costela, nesse momento os outros aventureiros se aproximam para dar cabo do Orc. Vrylore chega e dispara magias para atordoá-lo, Daryl perfura a mão do Orc com uma flechada e Drakko dispara em sua direção para imobilizá-lo. Ao descer da árvore, o arqueiro se descuida e acaba caindo, causando uma das cenas mais dantescas já vista pelos outros aventureiros. No final com muita pressão o inimigo acaba por sucumbir e é amarrado.

Os corpos dos Orcs são reunidos no centro do acampamento e seus pertences são vasculhados, nas tendas são encontrados um baú trancado, um elfo falecido e uma nota que parece ser um contrato de serviço. No elfo há um pingente que é recolhido por Daryl. Tular utiliza seu martelo para forçar a fechadura e consegue abrir um pouco, logo em seguida Drakko utiliza sua força descomunal para terminar de abrir cadeado. No baú são encontrados uma capa, uma roupa muito bonita e uma gema esverdeada. Vrylore tentou identificar os itens assim que percebeu que tinham algo de especial, mas uma análise mais profunda precisa ser feita a fim de determinar com precisão o que são esses itens. Tular e Daryl discutem sobre a posse dos itens, Tular quer ficar com a bela roupa apresentada, enquanto Daryl quer levar os itens até os elfos para certificar-se que não são de sua (deles) propriedade. Fica combinado que se os itens não pertencerem aos elfos, Tular por ficar com as belas vestes.

Obs: O Nome Gorloz foi citado, Drakko lembra ter ouvido falar desse nome relacionado aos orcs da Mão Negra.

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Acampando na floresta Traery

Ao continuar seu trajeto pela floresta de Traery, a companhia de aventureiros investiga mais detalhadamente os mercenários abatidos e Drakko se lembra de ter ouvido histórias de mercenários que carregavam o símbolo de uma espada e um arco cruzados. Esses mercenários são conhecidos como a Companhia de Mercenários Armas Extras, que se dispõe para fazer todo e qualquer serviço sujo que o dinheiro possa comprar.

Após Drakko revelar que já tinha ouvido falar nos mercenários abatidos, os aventureiros interrogam os inimigos ainda conscientes e descobrem que há um acampamento com mais mercenários nas proximidades. Descobrem também que alguns orcs se encontram nesse acampamento. Ao final da conversa os remanescentes dos mercenários são amarrados, amordaçados e colocados juntos aos corpos dos mortos, sendo todos os corpos escondidos nas árvores e arbustos.

Em seguida Daryl, Tular, Vrylore e Drakko seguem a trilha élfica até acharem uma clareira para montar acampamento. Drakko decide sair para caçar e encontra um alce, porém não consegue abater o animal e volta de mãos vazias. Enquanto isso no acampamento Tular tenta fazer uma fogueira sem sucesso e Vrylore cura os ferimentos de Daryl. Em seguida Drakko retorna, Daryl auxilia Tular com a fogueira e Vrylore se prepara para descansar. Os turnos são definidos, começando por Drakko, seguido por Daryl e por fim Tular.

O primeiro turno se passa vagarosamente, no entanto muito tranquilo, o gigante Meio-Orc resolve rondar o perímetro e não percebe nada de anormal. Com seu tempo de vigília findado, Daryl é acordado e assume a patrulha. Camuflado em seu “ninho” o arqueiro observa tudo ao redor, mas novamente a noite mostra-se muito calma. Tular assume, assim que Daryl vai deitar-se, e enconsta na mesma onde o último havia selecionado para subir e vigiar. Durante o turno do estranho homem com um martelo gigante um zunido rápido corta o silêncio da noite e o braço de Tular, que grita de dor acordando o mago e o meio-orc, ao recobrar as faculdades mentais os aventureiros conseguem distinguir de onde veio o tiro e partem ao ataque. Daryl levanta-se com o grito de Vrylore e também parte para ajudar. Os quatros viajantes são atacados por três arqueiros e dois espadachins, porém após algumas magias muito marotas de Vrylore, um tiro certeiro na garganta de um inimigo disparado por Daryl, um arqueiro rachado ao meio pelo machado de Drakko e outro afundado pelo gigantesco martelo de Tular resta somente um último espadachim que é aprisionado por uma magia de Vrylore e decapitado por Drakko.

A companhia de aventureiros vasculha os corpos e volta a descansar.

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Uma praia agitada

A companhia de aventureiros formada por Daryl, Drakko, Tular e Vrylore segue seu rumo para a floresta de Traery. Os três primeiros encontram-se à bordo do galeão do Capitão Henrich enquanto o último membro da companhia segue-os de perto.

Após acomodar seus pertences nos aposentos designados na embarcação os três passageiros se dirigem ao convés. Daryl e Drakko auxiliam na preparação da partida enquanto Tular procura ávidamente por parceiros para partidas de carteado. Em seguida o navio parte e o carteado começa. Tular se diverte perdendo e ganhando na mesa enquanto Daryl e Drakko observam o mar calmo no qual navegam.

Eis que os dois marujos notam uma estranha figura voando ao lado do navio. Essa figura é Vrylore que decidiu seguir o navio por conta própria.

Durante o trajeto os aventureiros que se encontram na embarcação decidem recolher-se e descansar, porém Vrylore continua em seu ritmo forte e segue de perto o galeão.

Ao amanhecer os aventureiros fazem o desjejum e Drakko cumpre com a sua promessa e limpa o convés. Em determinado momento todos são avisado que a baía que cerca a floresta foi avistada e os procedimentos de ancoramento são iniciados, Daryl e Drakko auxiliam na descida das velas. Vrylore que seguia voando, se adianta e parte em disparada para a terra firme.

Botes são baixados e deixam os recém-marujos em terra, que encontram-se com Vrylore. Daryl empunha seu arco, Drakko seu machado e seguem na dianteira abrindo caminho pela mata e seguindo a trilha, Vrylore e Tular caminham logo atrás.

Minutos após adentrarem a mata, os dois mercenários na dianteira ouvem um farfalhar nas árvores e se preparam para um possível emboscada. Eis então que flechas são disparadas do alto das árvores em direção dos aventureiros, que respondem a altura. Drakko utiliza uma pedra grande como cobertura, enquanto Daryl move-se para a árvore mais próxima, Tular e Vrylore buscam proteger-se da melhor maneira possível enquanto flechas voam em sua direção.

Do alto da árvore Daryl começa dispara suas flechas e acertar os alvos, enquanto Tular resolve dar a volta em algumas árvores e derrubá-las forçando os arqueiros inimigos cairem, Drakko decide trocar o machado pelo arco e também dispara contra os arqueiros, em meio à toda a ação Vrylore protege-se atrás de seu escudo e lança magias para incapacitar seus oponentes.

Arqueiros derrubados, aventureiros feridos e tudo parece ter acabado bem, exceto por um bandido que foge, e dois outros que pulam de trás das moitas atacando Drakko que está sem seu machado. Tular avança correndo pelo meio da mata e despacha um dos inimigos, enquanto Daryl e Vrylore disparam contra o outro.

Os dois guerreiros inimigos são derrubados e não há mais nenhuma necessidade de empunhar as armas. Ao vasculharem os corpos, Vrylore descobre que os bandidos estavam a serviço de orcs.

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A caminho da floresta

Daryl e Drakko acordam cedo e seguem rumo a aventura, porém são interceptados por Orcs descontentes ao saírem da taverna. Os Orcs, revoltados por saberem que os mercenários irão auxiliar os elfos, resolvem por um fim na expedição de Daryl e Drakko, porém após uma trocar de socos e pontapés e algumas flechas com destino marcado dois Orcs são levados ao chão e um terceiro foge em terror.

Em seguida à altercação alguns transeuntes se juntam aos aventureiros na tarvena, que fizeram uma pequena pausa para um cigarro. Vrylore se apresentar e indaga se pode acompanhar os intrépidos aventureiros em sua jornada pelas terras élficas. Um outro distinto andarilho, com um enorme martelo não se manifesta.

Partindo da taverna, agora em três, a companhia encaminha-se para os estábulos na tentativa de obter montarias, a fim de percorrer mais rápidamente o trajeto. Lá cruzam novamente com a figura distinta com o enorme martelo, que ouve algo sobre uma recompensa e se interessa. Tular Tolumn se mostra interessado na recompensa e pede para juntar-se aos três andarilhos.

Agora com pares extras de braços, os aventureiros mudam o rumo e seguem em direção ao porto, por idéia de Daryl. Chegando ao porto acham um Capitão que serviu ao Sindicato dos Corsários de Brawold e aceita deixá-los perto da floresta, via mar. Daryl, Drakko e Tular se acomodam na embarcação enquanto Vrylore opta por um meio de transporte alternativo, porém seguirá o curso do navio.

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Pandora's Dawn
Problemas na floresta Traery

Drakko e Daryl chegam à Esseand e conhecem a estalagem do Billy Idol, a mais famosa da cidade. Nessa estalagem eles são abordados por um elfo da floresta, chamado Galthyr Shalandalan, que pede ajuda para os patronos. Drakko e Daryl se interessam pela oferta e sentam-se para conversar.

Galthyr informa-os que a floresta de Traery está sofrendo com a morte de animais e devastação da vegetação, e solicita que ambos procurem por pistas da causa. Também pede que deem cabo da fonte de problemas. São oferecidas 100 peças de ouro por pessoa.

Ambos mercenários topam e se comprometem a sair ao amanhecer. Drakko se retira para descançar, enquanto Daryl finaliza as pendências de sua caravana de mercadorias.

Ambos aventureiros estão descansam para começar a jornada no dia seguinte.

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