Pandora's Dawn

O último desejo de Gang Hall

Tendo em vista a confusão em que se encontravam os Batedores de Pandora, Daryl, resolveu tomar a dianteira novamente ajustar o curso de ação para que Caer Golenwe foi recolocado em seu local original e os aventureiros retornassem à sua casa para dar continuidade às suas atividades. Em breve conversa com o druida, Daryl solicitou que o mesmo se encarregasse de mover o monumental quartel general dos Batedores, uma vez que o Kyle não seria afetado pela ausência de poder mágico que impera na área atual do Caer. O venerável protetor da natureza anunciou a sua partida, levando consigo Drake, que anseava por retornar à Cidadela de Gaithila, em pouco tempo todos testemunham Kyle tomar a forma de uma águia gigante e levar Drake como algo.

Antes que Daryl continuasse seu raciocínio e incluisse o Vrylore em seus planos. Shaco, o larápio foi rápido no gatilho, ou melhor no pedido. E desejou ao gênio Mahammoti que os aventureiros retornassem ao seu quartel. Dito e feito, os Batedores foram parar em Caer Golenwe, ou melhor, onde seu quartel general estava localizado. Daryl e Vrylore não gostaram nem um pouco da intervenção do malandro, mas Geoffrey ficou alegre em ver seu senhores novamente. Após uma breve conversa sobre a situação, Vrylore retirou-se, Daryl foi descansar e Gang Hall ficou com a ronda, trocando o turno com Daryl após algumas horas.

No dia seguinte os residentes acordaram cedo, desjejuaram e começaram os preparativos para o dia. Todos chegaram ao consenso que o destino deveria ser a Cidade Augusta de Brawold.

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Gaithila, Hombaress e o Dilema de Caer Golenwe

Os aventureiros mais destemidos de Pandora, e por que não mais ousados, desbravaram uma boa parte do mundo assim que Vrylore, sagazmente, resolveu transformar a base dos Batedores em uma gigantesca pereca de pedra. Utilizando-se de uma poderosa magia o acólito de Xantyx catapultou o monolito pelos ares, pingando de nuvem em nuvem. Até entrarem em uma área de baixo poder mágico e o bloco voador aterrissar feito um saco de batatas.

Atordoados e confusos com a queda, os Batedores saíram para avaliar o estrago, e logo entenderam que estavam em lugar incerto e não sabido (Lins). Aqueles capazes de manipular magias sentiram seus poderes arcanos enfraquecidos a ponto de não conseguirem fazer uma mera faísca mágica. Tendo resolvido continuar o curso utilizando outro modo que não a caixa de pedras pingante, ainda não definiram um nome para essa geringonça, os destemidos heróis protegeram seu forte, retiraram-se da área limitadora e criaram outro bloco voador. Novamente foram os Batedores pulando de nuvem em nuvem até a Cidadela de Gaithila.

A Cidadela de Gaithila

Uma bela cidade humana bem arquitetada, com ruas limpas e sensação vibrante de vida despontou no horizonte. Três altas torres marcam principalmente o horizonte. Nessas torres há algo de incomum. Logo que os batedores aterrisam, são abordados por dois olhos gigantescos, uma bocarra cheia de dentes e narinas fumegantes. Alguns dos Batedores se apavoram com a soma da aterrisagem bruta e a presença da criatura. Drake, que não é afetado pela aura da serpente gigante se adianta e explica suas intenções na cidade. É então que o Dragão se afasta e seu caveleiro se aproxima, reconhecendo Drake e desculpando-se pela interpelação da Serpente Alada.

Os batedores são convidados para a cidade e lá aprendem sobre o conselho dos Cavaleiros do Dragão, formado pelos três mais experientes e que Drake descende de Dromoka, o nobre Dragão de Gaithila, que foi abatido em luta contra Asas da Morte. Uma longa reunião com os Cavaleiros culmina na compreensão de que os Batedores devem seguir a Hombaress a fim de conseguir retirar Caer Golenwe da zona em que se encontra. Rumo a cidade dos encantos então.

Hombaress a Cidade dos Encantos

Rumo ao extremo sudoeste em mais uma caixa voadora, seguiram os aventureiros. Como não poderia deixa ser, logo que aterrisaram próximos à Hombaress foram prontamente recebidos por cinco figuras encapuzadas e vestindos robes brancos e pretos. Essas figuras solicitaram explicação das intenções dos Batedores e informaram que a chegada dos mesmos já era prevista. Daryl, Drake, Gang Hall, Kyle e Vrylore foram permitidos na cidade após receberem um longo sermão sobre os costumes da cidade. Kyle resolver permanecer fora da cidade.

Uma imensa ponte separa a entrada da cidade dá outra margem do rio e uma sombra gigantesco bruxuleia pela cidade baixa. Hombaress é dividida em duas partes, a cidade alta e a cidade baixa. A cidade baixa, como o nome diz, é parte baixa de Hombaress, evidentemente, já a cidade alta é uma massa de terra flutuante que orbita a cidade baixa. Vários mecanismos de transporte operam entre as duas partes da cidade. Visitantes são informados que não possuem permissão para conjurar qualquer magia e que necessitam de acesso à parte superior devem usar os meios convencionais. Deslumbrados com a grande quantidade de efeitos mágicos acontecendo pelas ruas da cidade, os visitantes caminharam admirados e incomodados (pela quantidade de papéis necessários para realizar até mesmo as necessidades mais básicas).

Por fim, fizeram o de sempre, procuram uma hospedagem para se estabelecerem e então definir o rumo a ser seguido para solucionarem o seu problema. Ao encontrarem uma, ficaram mais uma vez consternados com a dificuldade de se tirar um pedido. É um tal de ler o cardápio, preencher o livro, solicitar para alguém, preencher novamente, informar o preenchimento, e o que mais mesmo? Ah, enfim, Daryl, e Gang Hall retiram-se do local a fim de se juntar à Kyle. Vrylore ficou, Drake, bom, Drake foi causar problema.

Daryl, Gang Hall e Kyle são pegos de surpresa ao ver que Drake aparece próximo ao acampamento do dos Batedores, estranhando a situação, uma vez que o Draconiano informou que ficaria na cidade, indagam o que havia ocorrido, e logo aprendem que Drake foi expulso da cidade e condenado a não retornar. Vrylore fica ciente dos acontecimentos, por meios não naturais, é claro, e também dirige-se à saída de Hombaress. Os Batedores, reunidos novamente, são agraciados com a presença dos magos gêmeos de Hombaress, fundadores e supremos líderes do local, dua figuras extranhas, com vestes antagônicas, pretas e brancas, que se movimentam e falam de maneira muito sincronizada. Após uma longa conversa a situação toda com a bruxa do leste é explicada e os gêmeos solicitam o item que os batedores mantém sob custódia, o abridor de cartas. Daryl, sugere que o item seja entregue. Os gêmeos recebem o item com as mãos espalmadas e conjuram uma magia transformando o abridor em uma espada de fogo.

Espantados os Batedores tiram todas as suas dúvidas com os feiticeiros e são liberados para deixar a Cidade dos Encantos. Os magos confidenciam que os aventureiros possuem o que é necessário para deter Mala e os teleportam para um local desconhecido.

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Uma visão cruel

A paz em Traery é restaurada novamente e os Batedores gozam de um período de descanso bem merecido. Porém na noite do primeiro dia pós guerra todos recebem um recado estranho, que mais parece ser um pesadelo horroroso.

Eles conseguem ver duas criaturas humanoides em uma ampla sala escura, posicionadas uma de frente à outra. Porém uma dessas criaturas está ajoelhada e encolhida. A visão dos dois é de longe, mas é possível perceber o sofrimento da criatura agachada. Logo o movimento da mão da criatura em posição ereta é visto e um raio negro-esverdeado sai em direção ao ser agachado e instantaneamente o mesmo deixa de existir.

Uma dor excruciante toma conta do corpo de todos que compartilharam essa visão, na taverna de Traery. Como se fossem atingidos pelo mesmo raio que reduziu às cinzas um dos vultos que apareceu no pesadelo. Daryl, o intrépido arqueiro, acorda palpitando, temendo, pela vida de seu amigo Drakko e tem. Algo lhe diz que esse pesadelo foi obra da Bruxa asquerosa que os persegue.

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A resolução da guerra

Os batedores saem fugidos do acampamento orc em direção à cidade de Traery. Logo avistam aquela enorme massa de orcs marchando de volta para o seu assentamento e desviam o caminho para não cruzar com eles.

Rapidamente o grupo se aproxima de Traery e se deparam com uma figura muito estranha aos portões da cidade, um gigantesco animal quadrúpede e um prolongado membro superior grudado em sua face se posta entre o portão de entrada e qualquer intruso. Impressionados com aquilo e receosos, resolvem se aproximar devagar. Assim que chegam perto do gigantesco animal, os batedores avistam figura de Kyle ao lado do mesmo e logo calculam que este é mais um dos truques do Druída.

Todos se reúnem e vão em direção de Galthyr, no caminho Kyle explica que viu Ulag conversar com um de seus caveleiros e voltou para o assentamento orc. Galthyr se junta aos batedores para ouvir as notícias e ordena que a cidade continue em vigília, garantindo assim que qualquer ataca noturno não passará desapercebido. Os batedores retornam para a taverna do Billy Idol para reaver e revisar seus itens e planos. Vrylore trabalha na identificação da espada de Ulag, enquanto Kyle conjura mais um animal colossal para proteger a cidade e Gang Hall volta para a biblioteca para persquisar mais sobre sua inimiga e magias. Daryl e Drake sentam-se em volta da mesa e conversam um pouco sobre a empreitada.

Após resumirem suas tarefas, todos vão dormir receosos, mas passam uma noite tranquila. No dia seguinte Ulag bate às portas de Traery, sozinho, e anuncia que retornará à sua terra, e que a guerra acabou, tal como ordenou Vrylore. Mas que não desistiu de destruir os elfos e um dia retornará.

Com isso a cidade Élfica de Traery é salva dos orcs pelos Batedores de Pandora e seus messias são ovacionados pela população e pelo reino local. Preparativos para um enorme banquete são iniciados e os elfos de Menione são convidados para participar e homenagear o grupo de aventureiros. O banquete será dado em um mês.

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Conflito na noite

A fúria com que os orcs atacam é sentida de perto por Shaco que apara todos os ataques orcs da maneira que pode, ficando sem chances de contra-atacar. O número de bárbaros só aumenta e alguns passam a perseguir Daryl.

Assim que a confusão é percebida pelos dois integrantes mais afastados, Drake parte em socorro de Gang Hall e começa a cuspir fogo pelas ventas, acertando e iluminando o caminho. Somente agora os Batedores de Pandora dão conta da capacidade do Draconiano, eles percebem o calor e o estrago causado pelos jatos de fogo que saem das ventas de Drake. Os orcs são afetados em cheio e seus equipamentos entram em combustão criando alguns focos de luz que facilitam para Daryl e Gang Hall.

Mesmo assim os orcs não são detidos e mais hordas vão se aproximando ao soar de um sinal de emergência. Vrylore tenta bloquear a passagem dos orcs com uma magia de parede de força, porém os mesmo atravessam com facilidade. Shaco continua recuando e se defendendo, Daryl começa a disparar flechas e Drake continua a cuspir fogo.

Ao perceber que a onde de ataque é muito grande, Vrylore alça vôo, e logo em seguida tira Shaco do chão, a pedido do próprio assassino. Seguindo a ordem o bruxo conjura outra magia de vôo, mas dessa tendo Gang Hall como alvo. Logo que o assassino está fora de perigo, Drake se agarra em Vrylore e sai do chão também, porém aproveita-se da altura para cuspir fogo nos orcs e começa a fazer um verdadeiro estrago, deixando os inimigos em chamas. Os batedores percebem que a luta não está a seu favor e trocam rápidas palavras indicando uma retirada, com isso Gang Hall voa para ajudar Daryl e Vrylore vai se afastando do tumulto.

O arqueiro que agora estava cercado por inimigos aproveita de um descuido de um deles, saca rapidamente seu cutlass e crava na garganta do inimigo caido. Logo após isso o aventureiro é agarrado e alçado por Shaco, saindo do alcance dos outros Orcs.

Percebendo que os invasores estavam iniciando uma retirada, o exército orc começa a arremessar suas armas e buscar por arcos, para evitar a fuga dos batedores, mas não obtém êxito em sua tentativa e os quatro invasores conseguem se safar.

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A execução do plano de ataque

Dando continuidade ao plano, os Batedores de Pandora lançaram mão de seus recursos e partiram para a linha de frente. Vrylore conjurou uma magia de movimentação de terreno com Daryl, Drake e Gang Hall em cima do alvo, causando o deslocamento do terreno e de todos que lá se encontravam. O bruxo então fez-se invisível e saiu voando em direção ao acampamento orc.

O grupo passou por Ulag e um enorme destacamento de unidades no caminho para o assentamento Orc, logo que perceberam a movimentação, os intrépidos aventureiros fizeram um pequeno desvio, a fim de não serem notados.

Em pouco tempo Daryl, Drake, Gang Hall e Vrylore pousam em uma área próxima das cabanas do inimigo. De lá põem em prática sua tática, que consiste em entrar sorrateiramente no acampamento e atacar os suprimentos dos orcs. O Draconiano e o seguidor de Xantyx ficam para trás enquanto Daryl e Gang Hall avançam pelas sombras.

Tudo segue no mais absoluto controle até que os dois infiltradores ouvem barulhos vindo das cabanas e de repente os orcs começam a sair de seus aposentos gritando e gesticulando. Durante a sua movimentação, Shaco, é percebido por um dos orcs que parte em diração do assassino e dá-se início a um conflito violento na calada da noite. Daryl percebendo a situação saca seu arco e começa a se deslocar para o norte. Dentro de poucos minutos a situação sai do controle e vários orcs se aproximam de Shaco, que havia sido ferido gravemente na perna por uma espadada do orc atacante, forçando o hábil assassino à retroceder.

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Kyledebrecth

Ulag, o Destruidor de Divindades, foi liberado de seu cárcere e seguiu seu caminho de acordo com as intruções de Vrylore. Enquanto isso os Batedores de Pandora passavam seu tempo espalhados e desempenhando tarefas que agregassem à estratégia de combate. Kyle deu início a uma produção da raiz que envenena orcs. Daryl, com a ajuda de Drake, foi obter uma boa quantidade de munição para o seu arco. Gang Hall andava atrás de informações sobre sua inimiga na biblioteca real e Vrylore se recuperava das exaustivas magias que havia lançado.

Dois acontecimentos estranhos tomaram conta da cidade élfica, um faixo de luz dourada desce dos céus e atinge o templo da deusa Limothiel e uma enorme abóboda de força mágica começa a se formar sobre a cidade. Esses dois acontecimentos são logo identificados pelas testemunhas como medidas defensivas éficas. Dentro de pouco tempo é possível ver um enorme avatar do deus Thardorion caminhando pelas ruas de Traery e um domo de força gigantesco cobrindo as dependências da cidade.

Nesse meio tempo o Druida consternado pela destruição causada pelos orcs põe-se a trabalhar de forma frenética e juntando as forças naturais consegue o auxílio de quatro pequenas elementais (do ar, fogo, terra e água) que trabalham incansávelmente para arar, semear e humidecer o campo escolhido por Kyle, enquanto Cabeça-Quente, a elemental do fogo, esquenta o caldeirão de poções. Em pouco tempo a produção de Orcbane (veneno contra orcs) atinge um valor ótimo fazendo inveja até a Henry Ford, um famoso produtor de carruagens em Esseand. Durante um breve intervalo entre a confecção das poções, Kyle criou uma ave de rapina para seguir Ulag e servir como fonte de informações.

Já em outro lugar, o bruxo de Xantyx conversa com Ardhordas no salão de magia dos elfos e começa a bolar uma estratégia. Daryl, Drake, Gang Hall e Galthyr se encontram alinhados nas proximidades dos portões, onde o avatar do deus do Sól se estabelece, e traçam mais algumas táticas de ação. Drake corre rapidamente até Kyle para obter algumas das poções já preparadas.

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Um servo incomum

Vrylore e o líder Orc pararam pouco antes de se aproximarem do portão. O seguidor de Xantyx teve de deixar de voar e deu início a um ritual de energia para continuar conjurando as suas magias enquanto o líder Orc aguardava pacientemente, tal como um servo deve fazer. Deu-se então continuidade à caminhada que atingiu o seu destino em pouco tempo.

Olhares curiosos de cima do portão ficavam sem entender, como era possível Vrylore estar ao lado daquele que os ameaçara e não sofrer nenhuma repressão? De qualquer modo os portões foram abertos para que os dois passassem. A Majestade de Traery, Galthyr e os Batedores de Pandora se dispuseram em volta de Vrylore a fim de compreender o que se passava. Vrylore, antes de responder qualquer pergunta, solicitou que grilhões fossem trazidos e ordenou que o autoproclamado Destruidor de Divindades descesse de sua montaria e tirasse suas vestimentas. Kyle se aproveitou do momento para conjurar uma magia de controle animal e tomou posse da montaria abissal do líder Orc, Worog, por sua vez, cuidou do corpo do Druída que jazia no chão. Com a situação sob controle e o inimigo acorrentado, todos marcharam à prisão.

Durante toda a procissão e o encarceramento do inimigo inúmeras questões foram feitas, e todas elas respondidas honestamente, por ordem de Vrylore. Os presentes no interrogatório descobriram o tamanho do contingente militar de Ulag, bem como seus planos de atacar todos os elfos e de onde os Orcs vieram (Fortaleza de Nimabi). Também notaram que este Orc, em particular, possui todo o antebraço direito enegrecido, uma herança genética de seus ancestrais. Também aprenderam que os orcs estão prontos para atacar mesmo que seu líder seja dado por morto ou desaparecido.

Ren-Var, percebeu que o aprendiz de Xantyx começava a se esgotar e tratou de conjurar uma magia de restauração de energia, mantendo Vrylore ativo por mais tempo. Kyle, ainda no corpo da montaria bestial, entrou em uma das celas, conjurou um pequeno auxiliar símio e conseguiu que a besta ficasse presa. Desse ponto em diante os batedores dão por concluído o interrogatório e partem para afazeres voltados militares, Daryl busca por flechas, Drake o segue. Gang Hall segue por pistas sobre sua arqui-inimiga, Kyle decide concluir as poções anti-Orc que ficara de terminar, e Ren-Var regressa ao seu templo.

Poções de restauração, que haviam sido requisitadas por Vrylore, chegam e dão ao bruxo mais energia para continuar com seus rituais mágicos, que conjura um último encantamento e aprisiona a liberdade de seu alvo, o líder Orc, ordenando-lhe que faça o possível para impedir a guerra, a qualquer custo.

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O destruidor de Deuses

Assim que chegaram aos portões, todos se espantaram com a quantidade de sentinelas e tropas élficas armadas até os dentes. Os aventureiros subiram na paliçada e de lá avistaram o motivo de tanta mobilização, um grupo de aproximadamente trinta orcs montados em criaturas que lembram o Worog, porém muito mais sádicas se aproximava dos domínios da cidade Élfica, lideradas por um orc grande que carregava uma espada na mão esquerda e um machado na cintura, montado em uma criatura maior que as outras.

Logo que os cavaleiros orcs chegaram à uma distância segura do portão, todos os elfos e os batedores de pandora se preparam para qualquer eventualidade, o som de espadas e arcos sendo sacados preencheu o ar rapidamente. Mas nada aconteceu, tranquilamente o orc líder deu poucos passos à frente e proferiu um discurso:

“Venham e olhem as constelações. Eu, sou o filho de um futuro distante, sou o último dos setes guerreiros e vim aqui para a sétima guerra. Sou o filho das estrelas o destruidor de deuses e já vi tudo neste mundo, tudo antes desta guerra. Ajoelhem-se perante o filho dos deuses e sua estirpe sofrerá uma morte honrosa. Recusem-se e verão o inferno na terra”.

Neurion não deu sinais claros de medo, mas era possível perceber que o Rei élfico estava apreensivo e tentou retrucar, mas o grupo de aventureiros é que tomou a iniciativa e começou a vociferar ofensas e provocações. Vrylore tratou de ficar invisível rapidamente, Shaco ofendeu o orc de todas as maneiras que pode, Daryl tentou irritá-lo. Porém ninguém esperava que o ancião da floresta, Kyle Aye, fosse tomar uma atitude inesperada, de repente ele começou a emitir sons estranhíssimos, que lembravam criaturas bestiais e o que se viu foi a vanguarda de cavaleiros orcs bater em retirada com suas montarias assustadas. Somente o líder permaneceu e deu seu veredito, que assim seja, os elfos deverão perecer pelo amanhecer, mas ele não contava com a astúcia de Vrylore, que levantou vôo, sorrateiramente e seguiu o inimigo até uma distância razoável, e aplicou-lhe um encantamento que afetou o alvo.

O orc parou e ouviu um pequeno barulho vindo de cima e atrás dele. Esse era Vrylore, agora visível e ordenando que o alvo de seu encantamento o seguisse, e assim foi feito. Enquanto os dois retornavam, os remanescentes aguardavam no portão.

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Reforços a caminho

Um pequeno foco de luz ilumina um pequena cabana no norte da floresta de Traery, dentro da cabana duas distinas figuras dão formas as sombras criadas pela luz. Um humano deitado em uma cama simples, de palha, tosse e se curva sentindo dor enquanto um humanóide com a pele escamosa cuidadosamente esfrega uma estopa ensopada de suor na testa do humano. Erskine Holt, um mestre espadachim muito habilidoso encontra-se debilitado e febril enquanto seu jovem aprendiz, Dake Slyhorn (um draconiano), toma conta de suas mazelas. Erskine tira um papel de um móvel ao seu lado e pede que Drake leve-o até a cidade de Traery, no coração da floresta. O aprendiz prontamente atende o pedido, se prepara e parte para o seu destino.

Durante a noite, chuvosa e escura Drake caminha pela floresta até conseguir encontrar uma trilha, com uma tocha na mão o Homem-Dragão avista uma estrada se move em direção da mesma. A chuva aperta, a tocha apaga e o espadachim iniciante se vê no escuro novamente, mesmo assim segue caminhando até encontrar um tronco que forma uma espécie de viaduto natural, passa por baixo de mesmo, mas não consegue avançar muito na estrada. Receoso de continuar, o andarilho volta para debaixo do tronco e se esforça para conseguir acender uma fogueira embaixo do mesmo, usando uma habilidade muito rara, seu sopro de dragão. Após muitas baforadas de chamas finalmente a fogueira acende e a noite passa vagarosamente, húmida e pesada. Pela manhã, com o caminho mais seco e mais claro, Drake segue seu rumo até chegar aos portões da cidade élfica.

Interpelado pelos sentinelas à postos, Drake tem de se explicar e recorra à carta de seu mestre. Os elfos arqueiros, desconfiados como sempre, verificam a validade da carta e permitem a entrada do espadachim, que é conduzido até o palácio real.

Os Batedores de Pandora ainda se encontram nas dependências do palácio acompanhados por Galthyr. Ao descer em direção à saida o grupo de aventureiros dá de cara com uma comitiva élfica escoltando o que parece ser um lagartão bípede. Estranhando a criatura todos ficam curiosos, especialmente Galthyr que é informado da tal carta de Erskine, já cansado das interrupções frequentes e da quantidade de figuras bizarras que aparecem à sua frente o emissário élfico sobe rapidamente para conversar com o rei Neurion e decidir o que fazer quanto ao extrangeiro.

Enquanto isso os Batedores iniciam várias manobras para tentar identificar a criatura esquisita. Vrylore conjura magias para detectar itens mágicos, Ren-Var avalia se a criatura fala a verdade, o druida se circunda seu objeto de curiosidade a fim de entender melhor sua natureza, Shaco inicia um breve diálogo e ouve uma voz que lembra um cobra tentando falar e por fim Daryl pita seu cigarro, pensativo. Galthyr volta, dá sinal positivo e permite que Drake se explique. Drake se apresenta, informa que seu mestre está doente e pede auxílio, Galthyr, por sua vez, acena positivamente, deixando claro que prentede ajudar, mas logo explica que a guerra é prioridade e que a ajuda não será gratuita, o lagartóide concorda. Assim Galthyr pergunta se os batedores podem absorver mais esse reforço e nenhum participante da companhia se opoém, Daryl somente pede que Shaco teste as habilidades de combate do recém aceito e todos se movem em direção à taverna onde ficam de costume.

Chegando à frente da taverna dois bastões de madeira são providenciados por Ren-Var, os aventureiros abrem espaço para os duelistas, e o teste começa. Drake toma a iniciativa e parte para cima de Shaco com um golpe de bastão e um soco, porém o assassino escapa habilmente dos dois e desloca-se para o lado, retornando com ataques de bastão, esses que são rechaçados pelo lagarto, enquanto isso Vrylore se posiciona com a intenção de realizar alguma magia. Em seguida mais ataques vem na direção do humano, novamente uma sequência de bastão e soco, sendo que somente o bastão tem a possibilidade de acertar Gang Hall, porém não acontece, um rápido movimento de espada e Shaco apara ataque, move-se para o lado novamente e lança uma finta, deixando o lagarto confuso e tirando seu foco, outro ataque vindo do espadachim é frustrado pelo assassino, que finalmente toma as costas de seu oponente desferindo um fórtissimo golpe na nuca, que causa a queda do Homem-Dragão, nesse momento luta é interrompida, Vrylore desiste de sua ação e Ren-Var se apressar em curar o novato. Daryl se vê satisfeito com o resultado, Shaco elogia a velocidade de Drake e todos entram na taverna. O mais novo integrante sente-se feliz por ter sido recebido e pede uma rodada de cervejas, Daryl, Gang Hall, e Ren-Var sentam-se à volta da mesa para discutir o curso de ações militares enquanto Vrylore se dedica a satisfazer a sua curiosidade sobre os itens obtidos em sua última incursão. O assassino e o druida lembram-se brevemente que Kyle ficou de criar raízes venenosas anti-Orc, e o mesmo prontifica-se a fazê-las.

Durante cinco horas os batedores tem uma certa calmaria, todos tomandos suas devidas ações, até o momento em que eles são interrompidos pelo Emissário élfico mais chegado, e são levados às pressas aos portões.

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